Às portas da CAN, jogadores do Congo fazem greve
Os jogadores da seleção do Congo entraram em greve e não treinaram pelo segundo dia consecutivo. A disputa é por dinheiro e por questões de organização da federação, que fez alguns jogadores demorarem a conseguir visto. O técnico Claude Le Roy ameaçou se demitir antes mesmo da competição começar.
Os dirigentes confirmaram que os jogadores boicotaram o treino pelo segundo dia seguido enquanto seguem as disputas sobre o valor que será pago como prêmio pela participação no torneio. O técnico Le Roy afirmou nesta quinta-feira que havia uma greve dos jogadores depois de uma organização caótica dos dirigentes.
Congo estreia contra Gana no domingo, pelo Grupo B, e chegou em Port Elizabeth nesta semana, já com problemas com a discussão sobre os prêmios que seriam distribuídos. Os jogadores se recusaram a fazer a foto oficial para o processo de credenciamento.
Alguns jogadores do elenco tiveram problemas para conseguir chegar a tempo nos treinamento programado pelo técnico Le Roy no Oriente Médio porque a federação do país não conseguiu os vistos necessários.
Claude Le Roy é experiente em Copa Africana de Nações. O francês, de 64 anos, pode chegar a 29 jogos no torneio. Se não se demitir antes.
