O apelido todos conhecem. A origem está nos anos oitenta, quando o vanguardista treinador Sepp Piontek transformou a Dinamarca em uma máquina. Na Dinamáquina. O auge foi na Copa do Mundo de 1986. Em seu primeiro mundial, a seleção nórdica caiu em um grupo muito difícil, ao lado da Alemanha Ocidental, do Uruguai e da Escócia de Alex Ferguson. Passou com 100% de aproveitamento.

A primeira vítima foi a seleção escocesa: 1 a 0. Em seguida, veio o Uruguai, que não estava com um time fraco. Foi campeão da Copa América de 1983 e repetiria o título em 1987. Alinhava, entre outros, Enzo Francescoli. O primeiro tempo foi normal, com dois gols dinamarqueses, marcados por Elkjaer Larsen e Soren Lerby. Francescoli, de pênalti, diminuiu antes do intervalo. O massacre rolou na segunda etapa. Elkjaer marcou mais duas vezes, Jesper Olsen deixou a sua marca, assim como um jovem Michael Laudrup.

A Dinamarca ainda derrotou a Alemanha Ocidental, que havia sido finalista do Mundial anterior, e se candidatou ao título. Mas cruzou com a Espanha de Emilio Brutagueño nas oitavas de final e foi eliminada de forma vexatória: 5 a 1 para a Roja.

1958: Brasil 3 x 0 Áustria

Primeira rodada da fase de grupos
Estádio Rimnersvallen, em Uddevalla
Gols: José Altafini (duas vezes) e Nilton Santos (BRA)

1986: Dinamarca 6 x 1 Uruguai

Segunda rodada da fase de grupos
Estádio Neza 86, em Neza (México)
Gols: Elkjaer Larsen (três vezes), Soren Lerby, Michael Laudrup e Jesper Olsen (DIN); Francescoli (URU)

1990: Camarões 1 x 0 Argentina

Abertura da Copa do Mundo
Estádio San Siro, em Milão (Itália)
Gol: François Omam-Biyik