Como o futebol pode ser um grande exemplo de tolerância

A Liberty Seguros pediu, e nós fomos atrás de gente com histórias inspiradoras ligadas ao esporte e descobrimos pessoas incríveis. Veja os mini documentários

Roberto Zanin, de 48 anos, torce para um time diferente do pai. Claro, não foi fácil para ninguém. Imagine você, apaixonado por futebol. Espera ter no filho um companheiro de arquibancada pelo resto da vida. Mas eis que o menino se apaixona por outro clube. Poderia dar problema, certo? Não na família de Zanin.

SÉRIE #MEUEXEMPLO: Saiba por que resolvemos fazer uma série de histórias inspiradoras no futebol 

Ele torce para um time bem diferente da equipe escolhida pelo pai e pelo irmão. Em vez de aumentar a tensão em casa, as diferenças serviram para unir ainda mais a família. A diferença estimulou o respeito e o respeito, a compreensão. Há provocação? Sempre há. Há gozação? Sim.

Porém, Zanin aprendeu com o pai a respeitar quem ama outro clube e a entender que a rivalidade termina quando o juiz apita. O futebol nos ajuda, diz Zanin, a compreender as outras pessoas. Ele pode bater no peito e dizer: O #meuexemplo é ser apaixonado por futebol e a respeitar profundamente que pensa diferente de mim. Até porque aprendeu com o pai que esse é o melhor caminho para construir uma vida melhor – não é fácil, claro, mas é a melhor jornada que uma família pode seguir.

Confira o depoimento dele no terceiro capítulo da série de mini documentários feitos pela  Liberty Seguros, a Trivela e a Monstro Filmes.

VÍDEOS: Veja todos os minidocumentários no canal da Liberty no YouTube

TEXTOS: Leia todas as histórias da série #meuexemplo

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