Clássicos como Atlético Mineiro x Cruzeiro sempre serão recheados de polêmicas. A mais recente envolve a bandeira Fernanda Colombo, que marcou um impedimento inexistente em jogada que poderia resultar no gol de empate celeste na vitória do Galo por 2 a 1. Curiosamente, o dérbi mineiro mais recente havia tido uma grande polêmica envolvendo um auxiliar. No caso, Fábio Pereira, que marcou impedimento inexistente em jogada que resultou em pênalti de Dedê em Jô. Confira:

Sobre esse lance, Alexandre Kalil não economizou xingamentos ao bandeira do Tocantins. A imprensa também destacou a polêmica em torno da jogada. Mas dá para apontar cinco coisas que não fizeram com Pereira:

1) Não falaram se ele é bonito ou não;

2) Dirigente não disse que ele deveria largar o futebol para posar em revista;

3) Nenhum site mostrou foto de seu traseiro;

4) Ninguém foi a seu perfil no Facebook para achar fotos dele na praia;

5) Ninguém o chamou de “bandeirinha galã”, “bandeirinha muso” ou “bandeirinha bonitão” ao invés de usar seu nome.

Aliás, as cinco coisas acima também não foram feitas com Héber Roberto Lopes, árbitro do Cruzeiro x Atlético deste fim de semana, após não dar um pênalti claro após Otamendi meter a mão na bola quando tomava drible de Luan.

Por isso, há machismo de sobra na discussão sobre a atuação de Fernanda Colombo. Ela errou, disso não há dúvidas. Ela não tem experiência para trabalhar em um jogo tão grande, de tanta responsabilidade. Ela merece uma geladeira como punição pelo erro e para ter tempo de se recuperar. Mas há árbitros e bandeiras nessa mesma situação aos montes no Brasil, e nenhum deles teve sua beleza ou falta dela tratada como enfoque principal.