O cientista brasileiro Miguel Nicolelis, que promete colocar uma pessoa para voltar a andar na abertura da Copa do Mundo, usou um exoesqueleto para cumprir a meta. E foi duro.

Depois de ter elaborado e construído a estrutura robótica, ele ensinou oito paraplégicos, com idades entre 20 e 40 anos, a operar o exoesqueleto. Apenas um deles deve participar da cerimônia. O treinamento é parte fundamental do processo porque não basta colocar o exoesqueleto e voltar a andar. É preciso que o cérebro entenda que esse esqueleto externo, na tradução literal, precisa se tornar parte do corpo dos pacientes.

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