Onde vai se dar bem

A seleção brasileira é muito forte na velocidade e nas opções de jogo. O Brasil, embora não seja um time brilhante, tem muitas opções de jogo. Hulk chuta bem de fora da área, Oscar tem boa movimentação, Fred é um jogador que faz bem o papel de finalizador dentro da área e Neymar, bem, Neymar é um craque que pode fazer vários tipos de jogada. Além deles, os laterais brasileiros são fortes ofensivamente, Paulinho tem boa chegada ao ataque como surpresa e a bola parada brasileira é forte. Além de tudo isso, ainda joga em casa, o que pode ser uma vantagem.

Onde vai se dar mal

A saída de bola brasileira é qualificada, mas tem cometido muitos erros que podem ser fatais. Além disso, os dois laterais brasileiros são ofensivos e ajudam muito no ataque, mas também oferecem muitos espaços na defesa, especialmente Daniel Alves, que não fez uma boa temporada no Barcelona. São esses espaços nas costas dos laterais e a autoconfiança excessiva na saída de bola podem gerar problemas à seleção brasileira.

Quem pode desequilibrar

Neymar. No Barcelona, a temporada foi regular, com alguns ótimos momentos, mas com o brasileiros fazendo um papel mais de coadjuvante. Se antes se falava que Neymar não conseguia ser na seleção o que era no Santos. A situação se inverteu. Se no Barcelona Neymar ainda não é o craque decisivo que era no Santos, na seleção brasileira passou a ser. Foi decisivo na Copa das Confederações e é de longe o jogador mais perigoso do ataque brasileiro. Já é o 11º maior artilheiro da história da seleção brasileira com 31 gols em 48 jogos. E isso aos 22 anos. É o camisa 10 e o jogador mais importante do Brasil.

A carta na manga

Bernard é o maior candidato a revelação do Brasil, por ser o mais jovem (21 anos) e um jogador com características únicas no grupo da seleção brasileira. É um jogador de lado de campo, muito rápido e muito habilidoso. É capaz de entortar defesas com a habilidade, deixar jogadores para trás com sua velocidade e é criativo. Felipão o define como um jogador “com alegrias nas pernas”. Entre todos os chamados, é quem mais pode surpreender.

Até onde deve chegar

O Brasil briga por título, como não poderia deixar de ser. Além de um time muito forte em campo, como mostrou na Copa das Confederações, joga em casa e é uma seleção de camisa pesada. E com um fator extra: o Brasil tem a Copa de 1950 na memória e não quer sediar outra vez a Copa e não ser campeão.

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