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Corneta Europa comemora 36 anos de ruindade de Puyol com muitas imagens

Em um 13 de abril, uma seara iluminou um pequenino vilarejo ao norte da Catalunha, como talvez nenhum outro lugar do mundo, ao ver nascer um filho pródigo com tamanha sorte. A sapiência instintiva dos pais de Carlito lhe disseram para ficar longe do futebol e estudar. O jovem rebento, no entanto, seguiu sua jornada à capital da província onde um grandioso clube o abraçou como avô, que mima, estimula e ignora as óbvias limitações.

O então jovem volante foi deslocado à lateral-direita, depois deslocado a zagueiro, e poderia ser deslocado pra fora do campo. Graças a torcida, que agarra-se ao primeiro catalão que saiba a diferença entre a bola e um saco de cimento, ficou. Correndo, batendo e errando com muita vontade por todo campo [o que é ruim, porque nenhum setor fica livre da sua ruindade].

O mais impressionante no já homem Carles Puyol é aquela cara dele de que não faz a menor ideia de como chegou até onde chegou. Aquele olhar, meio abobado, como que esperando quando, como e por quem vai ser desmascarado, e se divertindo a espera do final duma festa que nunca terminou.

Ao mestre, com carinho.

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