O técnico Tony Pulis não tolera jogadores que simulam faltas. Tanto que obrigou dois dos seus jogadores e pedirem desculpas para o árbitro Mike Dean depois do empate por 1 a 1 com o Swansea, no último domingo. Jerome Thomas e Marouane Chamakh foram em direção ao apitador assim que acabou o jogo.

“É uma coisa com a qual eu me importo bastante. Eu fiz questão que eles esperassem por ele para pedirem desculpas quando o jogo acabou”, afirmou Pullis. Thomas ainda levou cartão amarelo pela sua simulação, mas Chamakh saiu ileso. O Crystal Palace ainda empatou com um pênalti controverso, cobrado por Glenn Murray.

“Eles vão pagar por isso, os dois vão ser multados. É uma doença. Nós quase nos livramos dela, mas, se as pessoas continuarem fazendo isso, têm que se lembrar que isso não é correto”, acrescentou.

Talvez Pulis esteja exagerando um pouco ao chamar as simulações de doenças, mas não é legal mesmo ver os jogadores fingindo que sofreram faltas. Há treinadores que protegem os seus jogadores ou prometem “conversas” que nunca dão resultado – vide Ashley Young. Pulis foi mais rígido e merece os parabéns.