Da casa de Cleiton Eduardo Vicente, 36 anos, até a Vila Olímpica do Boqueirão, não são mais do que 10 minutos de caminhada. E se foi ali, na cancha de areia do Paraná Clube que tudo começou, é na mesma casa e no mesmo bairro onde cresceu, a poucos metros do campinho em que deu seus primeiros passos no mundo da bola, que Perdigão aproveita os dias.

Campeão do mundo com o Internacional em 2006, Perdigão hoje não esconde de ninguém que está de bem com a vida. Na mesma rua em que jogava futebol com os amigos e de onde saiu para ganhar a América e o mundo, ele recebeu o Impedimento para uma conversa bem humorada sobre este esporte que nos põe malucos uma ou duas vezes na semana.

Simples, com a geladeira aguardando os engradados e completamente à vontade com passado, presente e futuro, Perdigão falou sobre Inter, seu encontro com Eurico Miranda, a amizade com Adriano Gabiru, uma certa mágoa com Mano Menezes e outras histórias dos seus 15 anos de carreira.  ”Se eu fosse aquele cara mais chato, mais questionador, poderia ter feito coisas diferentes. Mas eu sou campeão do mundo, não é?”, resumiu. No final da entrevista, ainda aceitou o convite para participar da ImpedCopa.

Veja a entrevista no Impedimento.