O tribunal de Antuérpia absolveu nesta quarta Ivica Dragutinovic e Ivica Mornar das acusações de participação na falsificação de documentos, com o objetivo de obter a nacionalidade belga. De acordo com a decisão da Justiça, não houve provas suficientes para incriminá-los.

O sérvio-montenegrino Dragutinovic, do Sevilla, e o croata Mornar, do Rennes, tiveram os documentos falsificados em maio de 2004, na época em que jogavam pelo Standard e Anderlecht, respectivamente. No entanto, o tribunal condenou os outros envolvidos no caso.

O georgiano Abraham Melikhov, organizador da fraude, recebeu uma pena de três anos de prisão. Jean-Pierre Vunckx, funcionário do serviço de naturalização de Bruxelas e que facilitou 166 processos, pegou doze meses, o mesmo a que foram condenados dois advogados da cidade de Antuérpia. A tradutora Galina Korosteleva ficará presa por 18 meses.