A EA Sports divulgou nesta terça-feira um novo vídeo do FIFA 18 com mais um elemento presente no jogo: lendas do futebol, em três fases diferentes da carreira. Com isso, os jogadores do modo de jogo mais popular da franquia, o Ultimate Team, poderão encontrar algumas lendas do futebol para reforçarem o seu time em uma versão mais nova, uma no auge e uma em um terceiro momento. E olha que a seleção de craques é bem interessante.

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Por exemplo, já imaginou poder jogar com uma lenda como Lev Yashin, de três momentos diferentes: 1954, quando surgiu para o mundo (rating 89); em 1960, quando foi um dos grandes nomes da União Soviética na conquista da Eurocopa de 1960 (rating 91); e, por fim, 1963, quando teve uma atuação marcante em um jogo da seleção do resto do Mundo contra a Inglaterra e ganhou a Bola de Ouro (rating 94).

Diego Maradona também está licenciado no jogo como uma das lendas do Ultimate Team. O jogador poderá encontrar a sua versão 1982, quando foi à sua primeira Copa do Mundo (rating 91); em 1986, quando foi o melhor jogador da Copa e carregou a Argentina ao título (rating 97); e em 1989, quando iniciou a temporada que terminaria no segundo título italiano do Napoli (rating 95).

Thierry Henry é outra lenda presente com três versões. Ainda garoto, em 1997, quando era uma estrela em ascensão pelo Monaco (rating 87); em 2002, quando era um craque consagrado no Arsenal (rating 93); por fim, uma versão 2009, quando, já consagrado, ajudou o Barcelona a ser campeão europeu (rating 90).

Os brasileiros também ganharam versões especiais. Ronaldo Fenômeno terá uma versão de 1994, quando, ainda com 17 anos, era um craque em formação do Cruzeiro e foi à Copa do Mundo pela primeira vez (rating 90); em 1997, quando assombrou o mundo no Barcelona, se transferiu para a Internazionale e ganhou o prêmio de melhor do mundo pela segunda vez (rating 96); e, por fim, em 2002, quando foi o craque da Copa do Mundo, artilheiro e com o penteado Cascão que virou febre (rating 94).

O maior craque brasileiro de todos os tempos (e discutivelmente o maior craque já visto), Pelé, também terá três versões. E são três anos bastante marcantes no futebol internacional. O Pelé versão 1958, com 17 anos, campeão do mundo pela primeira vez quando assustou a Europa e o mundo com o seu talento na Copa do Mundo da Suécia (rating 91); em 1962, quando levou o Santos a conquistar o seu primeiro título mundial contra o Benfica em uma atuação de deixar queixos caídos em Lisboa (rating 95; e, por fim, a versão mais clássica de todas: em 1970, com 29 anos, no plenitude física e técnica, conduzindo um dos maiores times da história ao título mundial na Copa do Mundo do México (rating 98).

Ronaldinho, uma das estrelas do FIFA 18, também terá suas três versões. A primeira edição é a do Ronaldinho de 2002, 2002, quando era jogador do Paris Saint-Germain e foi um dos protagonistas do ataque do Brasil na Copa do Mundo 2002 na Coréia/Japão (rating 91); Prime Ronaldinho, de 2004, quando era, disparadamente, o melhor do mundo e ajudou o Barcelona a dominar o Campeonato Espanhol e acabou eleito melhor do mundo pela Fifa (rating 94); Ronaldinho em 2010, quando brilhava pelo Milan e ajudou os rossoneri em grandes atuações (rating 89).

Cada jogador tem atributos diferentes, de acordo com o momento da carreira. No Ultimate Team, será possível montar um time com tabelas de Pelé de 1970 com o Roandinho de 2004 e o Ronaldo Fenômeno de 1997. Um sonho que deve se tornar bem divertido de realizar. Ou mesmo colocar Pelé e Maradona no mesmo time, e tantas outras combinações com as lendas do jogo.

Uma bela ideia da EA em trazer versões diferentes dos craques porque, afinal, eles são jogadores diferentes ao longo do tempo. Uma pena que temos pouco olhar sobre o futebol brasileiro e os brasileiros retratados do jogo estão focados apenas no futebol internacional, seja de seleções, seja no futebol europeu. Não seria fantástico poder jogar com lendas do futebol brasileiro em seu melhor momento, em uma versão oficial das oficiosas Ronaldinho’s Soccer ou Campeonato Brasileiro ’96 que tínhamos?

Já imaginou jogar com o Edmundo de 1997, quando destruía pelo Vasco? Ou o Romário de 1995 do Flamengo? Ou com Falcão de 1976 no Internacional campeão brasileiro invicto? Quem sabe Zico de 1981 no Flamengo? Edílson Capetinha de 1999, quem sabe? ou Renato Portaluppi de 1983 pelo Grêmio? Bobô pelo Bahia em 1988? Raí pelo São Paulo em 1992? Tostão pelo Cruzeiro, em 1966? Enfim, são muitas possibilidades e nós ficamos aqui viajando em como poderia ser. Você consegue imaginar três versões para os craques do futebol brasileiro? Mande nos comentários!