A Copa do Mundo de 2010 foi uma tragédia para a França. Teve greve, jogador xingando o técnico, palavrão na capa do jornal, mas vitória que é bom não teve nenhuma. O time de Raymond Domenech, do insurgente Patrice Evra e do mal educado Nicolas Anelka ficou na lanterna do Grupo A, atrás de África do Sul, México e Uruguai. Embora tenha dado nova chance a Evra, Didier Deschamps renovou a equipe e deixou o talentoso, mas complicado Samir Nasri fora da lista de convocados para evitar problemas.

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Para sublinhar a vontade da seleção francesa de deixar tudo isso para trás, a Adidas, que era patrocinadora em 2010, organizou uma destruição, com plateia, do ônibus que o país usou na África do Sul, há quatro anos. O slogan da ação é: “O ponto final de um dos episódios mais obscuros da história do futebol”.

Parece que a França acredita nessa história de exorcizar fantasmas.

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