Sete exemplos de que a China não acaba com as chances de Ricardo Goulart na Seleção

13 de Janeiro de 2015 às 20:35




Ricardo Goulart não irá para uma grande liga europeia e nem mesmo para um mercado secundário. O craque do último Campeonato Brasileiro preferiu assinar com o Guangzhou Evergrande. Não deverá ter grande visibilidade, mesmo defendendo o principal clube asiático, por mais que sua conta bancária deva engordar bastante nos próximos meses. Um período sabático dentro das possibilidades que surgiam para o jovem promissor.

Sem entrar no mérito de suas ambições, Goulart tinha bola para jogar ao menos em um clube médio do futebol europeu. Poderia esperar uma proposta interessante do ponto de vista esportivo, enquanto seguia fazendo o seu nome com o Cruzeiro. Mas preferiu não desperdiçar a chance de fazer o seu pé de meia e seguiu para um centro alternativo do futebol. Talvez, influenciado um pouco por seu irmão mais velho, Juninho, que seguiu para o Los Angeles Galaxy em 2010 e se tornou uma das referências na principal força da MLS.

A ida para o Guangzhou, porém, não fecha necessariamente as portas da Seleção para Goulart. Se Dunga quiser continuar convocando o “escondido” atacante, possui até mesmo precedentes nos últimos 20 anos. Nomes promissores que, mesmo longe dos holofotes, continuaram servindo à equipe nacional – ou até se firmando no time para a disputa da Copa do Mundo. Aos 23 anos, o ex-cruzeirense possui um longo caminho pela frente. Para, quem sabe, juntar o seu dinheiro e ainda construir uma reputação boa o suficiente para levá-lo à Europa. A seleção brasileira e o Mundial de Clubes ainda são oportunidades para se buscar.

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