Sete fantasmas que o Atlético Mineiro espantou desde o ano passado

27 de novembro de 2014 às 3:18

Por anos, os atleticanos precisaram aguentar as provocações. Um vice-campeonato brasileiro aqui, um título mineiro ali, uma Copa Conmebol acolá. Pouco adiantava. O Atlético Mineiro via ficar cada vez mais no passado as conquistas que referendavam a sua grandeza e o tamanho da massa alvinegra. O hino cantava os campeões do gelo e os mais antigos falavam do time de Telê Santana. As gerações posteriores, no entanto, nunca tiveram o mesmo gosto da vitória, por mais que tivessem visto Reinaldo, Cerezo, Éder, Guilherme e Marques. Até a sorte do Galo mudar em 2013.

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O único destino da Libertadores era terminar nas mãos dos atleticanos. Se o universo conspirou contra o clube por anos, também esteve empenhado em unir todas as suas forças em prol do time de Cuca. Os milagres infindáveis tornaram o Atlético no time do impossível, que se repetiu em todos os jogos decisivos das quartas de final em diante. O Independência era o altar, trocado pelo Mineirão na decisão. Embora no meio do caminho tenham existido Raja Casablanca e Atlético Nacional, a capacidade de reverter as lógicas e espantar os velhos fantasmas se seguiu na Copa do Brasil. Uma campanha irretocável, encerrada contra o Cruzeiro bicampeão brasileiro no Mineirão azul.

Abaixo, uma galeria com sete traumas que o Atlético Mineiro superou nas últimas duas temporadas. Dos fracassos na Copa do Brasil ao topo das Américas:


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