O pessoal adora uma tatuagem de ideograma. É bonito, faz referência à sabedoria milenar dos povos orientais, parece sempre ter uma mensagem plácida por trás e ainda fica como algo subconsciente, algo que nem todos podem entender. E é visualmente legal. O problema é que todo esse mistério por trás das frases em japonês ou chinês também se aplicam aos ocidentais que decidem fazer a tatuagem, que ficam sob o constante risco de sair algo errado.

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Theofanis Gekas foi uma dessas vítimas. O atacante da Grécia exibiu em seu braço direito uma tatuagem escrito “matador frio”. No caso, “frio” como calculista, impiedoso, cruel. Normal, para um centroavante que quer fazer pose de “eu sou mau”.

O problema é que o tatuador contratado não deveria ser um especialista em japonês. “Matador frio” seria “reikoku na satsujinki”, mas a mensagem tatuada é kanrei satsujin ma”, que significa “demônio assassino do frio” (“frio” como temperatura). Parece uma tradução de Google Translator, que embaralha palavras de sentidos parecidos e acaba criando uma expressão sem sentido algum.

Isso poderia passar batido, mas a Grécia acabou enfrentando o Japão, e a tatuagem chamou a atenção dos nipônicos.