Como foi o ciclo da seleção até a Copa

O México viveu dias até tranquilos no seu caminho rumo à Rússia. Logo no início do ciclo, houve uma mudança no comando. O técnico Juan Carlos Osorio foi contratado no segundo semestre de 2015 para dirigir o time, após a saída de Miguel Herrera, que tinha acabado de ser campeão da Copa Ouro, mas se envolveu em uma briga física com Christian Martinoli, da TV Azteca, que era crítico do trabalho do treinador.

O estilo do treinador colombiano, ex-Atlético Nacional, causou um impacto inicial. Pela quarta fase das Eliminatórias, o time passou com tranquilidade, com 16 pontos, avançando ao hexagonal final sem problemas. O time carregava uma invencibilidade de 16 jogos, desde junho de 2015, ainda com Herrera, quando chegou à Copa América Centenário, em 2016. Liderou o seu grupo, derrotando Uruguai e Jamaica e empatando com a Venezuela. Nas quartas de final, porém, tomou uma goleada humilhante por 7 a 0 do Chile, encerrando a série invicta com 22 jogos. As críticas, então, foram pesadas.

A classificação para a Copa do Mundo veio com tranquilidade. Em setembro de 2017, depois de uma vitória sobre o Panamá por 1 a 0, o México garantiu sua vaga. Chega à Copa do Mundo com esperanças, um grupo experiente, com nove jogadores com 30 anos ou mais – sendo o goleiro Jesús Corona, com 37,  e Rafael Márquez, 39, os mais experientes.

Como joga

Juan Carlos Osorio passou cerca de seis meses no Brasil, dirigindo o São Paulo, e foi suficiente para entendermos que o treinador colombiano é adepto de rodar muito o elenco. O treinador adapta o time ao adversário e passou por muitas mudanças táticas ao longo dos últimos anos. O esquema mais utilizado é o 4-3-3, mas Osorio usou algumas vezes uma linha de três defensores, em um 3-4-3, com linhas defensivas bem altas, muita posse de bola e paciência.

O problema é que o time, por vezes, tem dificuldade de quebrar a marcação adversária, mesmo dominando a bola e estando no campo do adversário. E pior ainda: tem problemas defensivos, dando espaço para os contra-ataques, especialmente porque o seu meio-campo tem dificuldades de ocupar os espaços quando o time perde a bola. Um risco que Osorio parece disposto a correr e pode ser explorado pelos adversários.

Hector Herrera fez uma grande temporada pelo Porto e é o primeiro nome do meio-campo. Embora tecnicamente ótimo, não é um especialista em ocupar espaços e, por isso, sem a bola o México sofre. Giovani dos Santos e Guardado completam o trio de meio-campo, todos técnicos, todos com pouca capacidade de recomposição defensiva.

O ataque é certamente o ponto forte do time. Carlos Vela, Hirving Lozano e Javier Hernández formam um ataque rápido e goleador. Os três são jogadores inteligentes, rápidos e bons finalizadores.

Time-base: Ochoa; Salcedo, Reyes, Moreno e Layún; Herrera, Giovani dos Santos e Andrés Guardado; Carlos Vela, Hirving Lozano e Javier Hernández. Técnico: Juan Carlos Osorio

O dono do time

Javier Hernández

Chicharito Hernández, do México (AP Photo/Gregory Bull)

A grande estrela do time, Javier “Chicharito” Hernández, atualmente no West Ham. É o maior artilheiro da seleção mexicana, com 49 gols e o jogador normalmente mais badalado do elenco. O atacante viveu uma temporada instável, sem conseguir se estabelecer como um titular absoluto dos Hammers. Jogando por El Tri, apelido da seleção mexicana, ele é o jogador do centro do ataque, mas vive entre a idolatria dos torcedores e a forte cobrança que recebe por atuações de melhor nível.

O bom coadjuvante

Andrés Guardado

O capitão do time é um jogador discreto, mas muito eficiente. Não é uma estrela, mas vem fazendo ótimas temporadas por seus clubes nos últimos anos. Pelo PSV, de 2014 até 2017, foi um dos principais jogadores, contribuindo com dois títulos do Campeonato Holandês. Nesta temporada, se transferiu para o Betis, onde foi novamente importante para equilibrar o meio-campo. É um jogador com ótima bola parada, cobrador de faltas e com um ótimo chute de fora da área. É alguém fundamental para um dos princípios de jogo de Osorio, de posse de bola.

Fique de olho

Hirving Lozano

Lozano, do México

O atacante do PSV chega depois de uma grande temporada na Holanda. Ajudou o time de Eindhoven a conquistar o título com grandes atuações e gols. Foram 17 gols em 29 jogos na liga. Gosta de atuar pela ponta esquerda, puxando para dentro para finalizar. Rápido e dono de um ótimo chute, o atacante de 22 anos estreou pela seleção em 2016, com 27 jogos e sete gols. Tem um temperamento explosivo, que é também o seu ponto fraco. É um jogador irritado e que, por receber muitas faltas, é sempre potencialmente um risco. O seu talento costuma compensar e se tornou o titular do time de Osorio. Chega à Copa em um ótimo momento.

Personagem

Rafael Máquez

Rafael Márquez, do México, (AP Photo/Hassan Ammar)

Aos 39 anos, Rafa Márquez irá à sua quinta Copa do Mundo, fazendo com que ele entre em um seleto grupo de três jogadores que já conseguiram o feito: o goleiro mexicano Antonio Carbajal (1950, 1954, 1958, 1962, 1966), Lothar Matthäus, da Alemanha (1982, 1986, 1990, 1994, 1998) e Gianluigi Buffon, da Itália (1998, 2002, 2006, 2010, 2014). Um motivo de orgulho, sem dúvida. Muito diferente da sua situação fora de campo. Rafa Márquez vai à Rússia com nuvens negras o perseguindo. Ele é acusado pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos de que suas empresas servem como fachadas para um líder de uma organização de tráfico de drogas.

Por ser investigado por crimes financeiros importantes como esses, as empresas de Márquez e ele mesmo entraram em uma lista que proíbe que empresas americanas façam negócios com ele. Isso resultou em uma situação curiosa. Nos treinamentos da seleção mexicana, os jogadores usam uniformes com os patrocinadores da seleção mexicana, como Coca-Cola, Banamex e Movistar, mas não Rafa Márquez. Ele usa um uniforme sem qualquer patrocínio. As empresas patrocinadoras, todas com operações nos Estados Unidos, não querem correr o risco de violar as sanções do país. Além disso, as marcas não querem ser associadas a alguém que é acusado de ajudar o tráfico de drogas.

A situação ficou muito tensa desde agosto de 2017, quando o Departamento do Tesouro americano acusou o então capitão da seleção mexicana de manter ativos e atuar como laranjas para Raúl Flores Hernández, suspeito de ser o líder de um grupo criminoso de tráfico de drogas. Márquez negou as acusações. Foi imposta a sanção que impede qualquer empresa americana de fazer negócios com ele e suas empresas. Além disso, tornou mais difícil para que o jogador viaje. Ele não jogou um amistoso contra Gales, no fim de maio, quase que certamente por não ter sido autorizado a entrar nos Estados Unidos. O jogo foi em Los Angeles.

Ele voltou a atuar na seleção mexicana depois de quase um ano fora pelos problemas com a justiça – ele ficou cerca de dois meses sem jogar pelo Atlas em 2017 depois de surgir o problema. Há uma questão com os patrocinadores da seleção mexicana, colocados em uma situação constrangedora com Márquez treinando com uniformes sem suas marcas, mas ele ainda está vinculado ao time e as suspeitas não diminuíram. Embora o jogador negue qualquer irregularidade, ainda está na lista de restrições e as acusações são muito graves.

Rafa Márquez atuava pelo Atlas. Sim, o verbo está no passado porque o vínculo com o clube acabou após o final desta temporada. O jogador decidiu encerrar a carreira logo depois da Copa do Mundo. Talvez seja mesmo necessário, porque é bem possível que ele tenha muito mais o que explicar diante da justiça nos próximos meses.

Técnico

Juan Carlos Osorio

Juan Carlos Osorio, técnico do México, aparentemente meditando (Foto: Getty Images)

A trajetória de Juan Carlos Osorio como técnico começou longe da sua terra natal. Nascido em Santa Rosa de Cabral, ele foi estudar nos Estados Unidos, onde se formou na Southern Connecticut State University, em 1990. Jogou futebol na faculdade, tirou licença A da Uefa na Football Association (FA), da Inglaterra, além de um certificado da federação holandesa de futebol. Começou a carreira como assistente técnico e de preparação física no Staten Island Vipers, depois no New York Metrostars. De 2001 a 2005, foi assistente técnico no Manchester City.

Em 2006, teve o seu primeiro trabalho como técnico no Millonarios, na Colômbia. Em 2007, voltou aos Estados Unidos para treinar o Chicago Fire. Fez um bom trabalho levando o time aos playoffs, mas depois pediu demissão ao final da temporada. Foi para o New York Red Bulls e conseguiu um bom resultado na primeira temporada: chegou à decisão da MLS, mas acabou derrotado pelo Columbus Crew. De lá em diante, o time foi ladeira abaixo. A temporada seguinte foi terrível e o técnico acabou se demitindo em agosto de 2009.

Foi trabalhar no Once Caldas ainda em 2009 e ajudou o time a se tornar campeão colombiano, no ano seguinte. Seria anunciado como técnico de Honduras em 2011, com a missão de chegar à Copa de 2014, mas o Once Caldas não o liberou. Foi então para o Puebla, do México, em novembro daquele ano. Não durou muito: em março de 2012, pediu demissão, com um desempenho muito ruim do time. Viria então o seu trabalho de maior destaque: o Atlético Nacional.

O treinador assumiu o comando do time colombiano em 2012 e o tornou dominante na liga nacional. Com um estilo de jogo de muitos passes e dominação da posse de bola no campo do adversário, ganhou três títulos colombianos e duas Copas da Colômbia. Fez boas campanhas também internacionalmente, na Sul-Americana e na Libertadores. Foi vice-campeão da Sul-Americana em 2014, perdendo a final para o River.

Atraiu muito a atenção de diversos clubes e foi contratado pelo São Paulo em 2015. Assinou contrato por duas temporadas, mas não ficou muito tempo. Dirigiu a equipe em 28 jogos, com algumas críticas à forma do treinador de trabalhar com muita rotação no elenco e com uma equipe frágil defensivamente, mas muito ofensiva e mais atraente de se assistir. Não por acaso, se tornou querido de parte torcida. Sua saída, porém, foi conturbada, com ele demorando a decidir se aceitaria um convite da seleção mexicana, em outubro de 2015. Mesmo assim, foi aplaudido por torcedores do São Paulo quando foi assistir a um jogo do clube, no Morumbi.

No México, Osorio finalmente realiza o sonho de dirigir uma seleção em uma Copa do Mundo. Mas precisa conviver com uma crítica feroz por ser um time que marca poucos gols e não consegue ter um desempenho tão bom quanto se espera. Parece improvável que o técnico colombiano continue no cargo depois da Copa, seja qual for o resultado. De qualquer forma, Osorio terá a chance de causar um impacto na Rússia em um grupo difícil, com a missão de conseguir desbancar Suécia e Coreia do Sul, já que a Alemanha é favorita.

Uma história da seleção em Copas

Brad Friedel contra o México em 2002 (Foto: Getty Images)

Um dos jogos mais tristes da história do México em Copas do Mundo foi justamente contra o maior rival e que é usualmente freguês. Na Copa do Mundo de 2002, o México apontava para cima. Fez uma grande primeira fase e mostrou um ótimo futebol. Tinha o folclórico Cuahtemóc Blanco como o destaque, com sua camisa 10 e uma habilidade enorme.

Conseguiu abrir a campanha com uma vitória sobre a Croácia, destaque da Copa anterior, por 1 a 0. No segundo jogo, contra o Equador, mais uma vez o México mostrou força, virou o jogo e saiu de campo com um 2 a 1. No terceiro jogo da Copa, o México impulsionou as esperanças dos torcedores. Fez uma partida excelente contra a Itália, vencia por 1 a 0 até os últimos minutos, quando tomou o gol de empate. Não importava: o time tinha mostrado uma capacidade enorme.

Nas oitavas de final, o adversário era acessível: os Estados Unidos. Um time que o México estava acostumado a enfrentar e a vencer. Nas Eliminatórias, uma vitória para cada lado. Os americanos ganharam por 2 a 0 em Columbus, Ohio, e os mexicanos retribuíram por 1 a 0 no estádio Azteca, com mais de 110 mil pessoas. Os prognósticos eram bons para os mexicanos, vistos como favoritos para, finalmente, passar das oitavas de final.

Só que os americanos, comandados por Bruce Arena – técnico que terminou a fracassada campanha dos EUA para a Copa 2018, sem conseguir a vaga -, abriram o placar aos oito minutos, com Brian McBride. Os mexicanos se assustaram. Não conseguiram voltar ao jogo. Nervosos, acabaram sofrendo o segundo gol, de Landon Donovan, aos 20 minutos do segundo tempo.

“Sabíamos que jogavam assim. Era uma equipe que se defendia bem na sua metade do campo para trás e esperava um contra-ataque, esperava uma bola parada, tinha jogadores rápidos no ataque que podiam desequilibrar”, afirmou o ex-goleiro da seleção, Óscar Pérez. “Nós também tínhamos jogadores muito capazes, mas mentalmente não estávamos bem, não estamos claros para jogar”, disse o jogador, apelidado de “Conejo”, coelho em espanhol.

“Abatidos, totalmente abatidos, um silêncio total dentro do vestiário, um silêncio de tristeza, de aborrecimento, de decepção de não poder dar esse passo. Foi muito forte, foi muito difícil porque todas as pessoas tinham essa expectativa de que o México podia dar esse passo que não pudemos dar”, continuou o jogador. “Todos estavam com essa ideia e ao final você se vê eliminado, você vê que não conseguiu dar esse passo e você decepcionou, voc6e se sente triste e ao mesmo tempo aborrecido, aborrecido porque eram os Estados Unidos. Voltamos bastante cabisbaixos, bastante tristes e nem falávamos”.

Como o futebol explica o país

Em julho, os mexicanos terão uma decisão difícil pela frente. E não falo do potencial jogo de oitavas de final, que será disputada no dia 2 ou 3 de julho. O time do país foi eliminado nas últimas seis Copas nesta fase. Se trata de algo muito mais assustador do que essa maldição das oitavas de final: as eleições. No dia 1º de julho, o México terá eleições gerais e vive uma situação de medo e temor. Desde o início do ciclo eleitoral, em setembro, 82 políticos já foram assassinados. Há quem diga que o número já passa dos 100.

A maioria dos assassinatos foi de políticos que disputavam cargos locais, longe de holofotes das principais cidades e de atenção nacional. O mais preocupante é que a maioria dos assassinatos ainda não foi solucionada. Quase todos foram alvos de tiros. Há uma intensa disputa de poder com traficantes de drogas, porque há um recorde de número de cargos disponíveis nas eleições, 3.400. “Os bandos criminosos querem ter certeza de que no próximo governo eles poderão manter suas redes de poder, e por isso estão aumentando os ataques”, disse Vicente Sánchez, analista político, à agência Reuters.

Os criminosos aproveitam uma situação comum em países como o México, e que vemos também no Brasil em certa medida: autoridades locais não possuem recursos, nem pessoal, nem equipamentos, como armas. As forças federais não podem estar no país inteiro, o tempo todo. E, assim, os assassinatos continuam. O governo mexicano oferece proteção aos políticos, com guarda-costas, coletes à prova de balas e carros blindados, mas são medidas que têm tido pouco efeito até aqui.

A violência é um dos temas de maior preocupação para os mexicanos. Em 2017, o país teve 29 mil homicídios, sendo muitos deles atribuídos ao crime organizado e uma guerra contra as drogas, que se intensificou nos últimos 10 anos. Com o apoio dos Estados Unidos, o México adotou uma estratégia de derrubar os principais líderes do tráfico. Com isso, a guerra se tornou mais violenta, seja por resistência, seja dos novos líderes que substituem os presos e tentam intimidar os grupos rivais e as autoridades.

A escalada da violência e dos assassinatos já chegou até aos mais importantes centros do México. No final de maio, um atentado foi feito contra Luis Carlos Nájera, um ex-procurador do estado de Jalisco, que combateu o tráfico de drogas e retornou em fevereiro de 2017 a Guadalajara para assumir um cargo na Secretaria do Trabalho. Poucos acreditaram que seu retorno tivesse realmente algo a ver com a secretaria. O Cartel de Jalisco, o mais poderoso e sanguinário do país, foi um dos que desconfiou. E uma série de ataques foi feito para matar o ex-promotor. Em um restaurante, Nájera foi alvo de quase 20 pessoas que abriram fogo com armas longas. Ele abdicou do cargo depois do atentado, que sobreviveu, por estar desconfiado do que iria acontecer.

“Não vou mentir para vocês, a onda de violência não vai terminar”, disse Aristóteles Sandoval, governador de Jalisco, em março de 2017. “A cada período eleitoral, há um  repique da violência”. Um funcionário policial consultado pelo El País resumiu a situação de forma assustadora. “Nos últimos 15 dias vamos estar em um permanente toque de recolher”.

A situação é tão terrível que as autoridades já falam com resignação sobre a situação. A Organização dos Estados Americanos (OEA) traz um dado alarmante. “A média é de um assassinato de um candidato a cada quatro ou cinco dias”, disse Luis Almagro, secretário da OEA. Em dezembro, 13 políticos moram mortos, em especial perto da semana do Natal. O Estado de Guerrero é o que mais sofre com os assassinatos. Já foram 16 até agora e o local é disputado por violentos cartéis de drogas.

Os cartéis possuem grande influência e penetração nas autoridades, seja em políticos ou nas forças de segurança. Assim, o período eleitoral é, muitas vezes, um período de acerto de contas contra perseguidores ou mesmo contra aqueles que não cumpriram os combinados. Soma-se a isso a disputa por territórios entre os cartéis e a guerra contra as autoridades federais mexicanas e o cenário é de uma violência inacreditável.

Diante de tudo isso, as fortes críticas que o técnico Juan Carlos Osorio recebe pelo desempenho inconstante da seleção mexicana parecem muito mais suave. Com um cenário como esse, é difícil imaginar que o México consiga transformar os jogos da seleção em uma festa.

O que a Copa significa para a seleção

O México tem o sonho de chegar ao quinto jogo. É o assunto em todas as Copas, desde 1994, quando o time repete a mesma campanha: avança da fase de grupos, mas não consegue passar das oitavas de final. Foram diferentes circunstâncias e adversários, mas o México sempre para. Por isso, o mantra é chegar às quartas de final. Só que o cenário é muito complicado e até irrealista, olhando para o time. O Grupo F é um grupo difícil, com a Alemanha como cabeça de chave e times como a Suécia e a Coreia do Sul. Se conseguir se classificar em segundo lugar, o que é mais provável, o time terá que enfrentar o primeiro do Grupo E, provavelmente o Brasil. Avançar, então, teria que ser algo épico para este time.

Ficha técnica

Guia da Copa 2018 – México
Infogram