Como foi o ciclo da seleção até a Copa

Presente na Copa do Mundo de 2010, a Sérvia não cumpriu as expectativas nas competições seguintes. Pior do que isso, deu uma impressão claríssima de enfraquecimento, diante dos fracassos. Primeiro, ficou a um ponto da Estônia na luta pela repescagem à Euro 2012. Depois, não conseguiu competir com Bélgica e Croácia em seu grupo das Eliminatórias à Copa de 2014. Por fim, o maior vexame, somou míseros quatro pontos no qualificatório à Euro 2016, abaixo de Portugal, Albânia e Dinamarca em sua chave. Assim, os sérvios eram vistos como azarões nas Eliminatórias para o Mundial de 2018. Até porque seu grupo tinha quatro candidatos, também com Gales, Áustria e Irlanda.

As sensações da Eurocopa, porém, não se cumpriram. E a Sérvia, enfim, apresentou o futebol que se esperava pela qualidade de seus jogadores. A campanha no Grupo D foi exemplar, apesar de alguns empates em Belgrado. Não desperdiçaram pontos contra as equipes menores, Geórgia e Moldávia, assim como peitaram os rivais diretos fora de casa. Enquanto os concorrentes oscilavam, a Sérvia pontuava. Só foram perder o primeiro jogo na nona rodada, quando caíram ante a Áustria em Viena, em revés por 3 a 2 que venderam caríssimo. Ainda assim, àquela altura, a viagem à Rússia estava praticamente assegurada.

A classificação aconteceu diante da torcida no Marakana. A vitória por 1 a 0 sobre a Geórgia já foi suficiente para carimbar o passaporte à Rússia. A efetividade do ataque foi bastante importante na confirmação. Embora não tenham aplicado nenhuma goleada, sempre balançaram as redes nas dez rodadas. Além disso, das seis vitórias, o triunfo sobre a Irlanda em Dublin acabou sendo bastante valioso na somatória final da tabela, suficiente para superar o principal oponente.

Desde a classificação, especialmente após a mudança no comando técnico, os amistosos acabaram sendo importantes para dar alguns ajustes na equipe. E a Sérvia oscilou neste período, com três vitórias durante os sete compromissos disputados. No último duelo, uma vitória contundente sobre a Bolívia por 5 a 1, que valeu pelos golaços e por demonstrar a capacidade do time na definição. De qualquer forma, falta transformar a qualidade individual em coletivo forte, e trabalhar isso na fase de grupos pode ser tarde demais.

Como joga

A Sérvia passou a campanha inteira nas Eliminatórias com um sistema de jogo muito bem definido. Atuava no 3-4-3, que mantinha a defesa bem protegida, oferecia protagonismo ao meio-campo e permitia que o trio de ataque incomodasse nas proximidades da área. Não era exatamente um time que encantava, mas conquistou resultados importantes ao longo das Eliminatórias. No entanto, a queda de rendimento, o futebol burocrático e a insistência em não convocar Sergej Milinkovic-Savic levaram à demissão do técnico Slavoljub Muslin. Agora, paira um enorme ponto de interrogação sobre como os sérvios jogarão.

A partir da chegada de Mladen Krstajic, o sistema com três zagueiros foi abolido. Os alas passaram a ter mais encargos defensivos, apesar da aptidão no apoio. Já na frente, enquanto a única certeza é quanto à escolha do homem de referência, o meio-campo pode se encaixar de diferentes maneiras. O novo comandante testou diferentes padrões, sem que nenhum se tornasse definitivo. Nos últimos jogos, o 4-2-3-1 foi mais frequente, segurando mais um homem na cabeça de área, até para aproveitar a vitalidade de ambos os laterais.

Assim, a Sérvia começa a ser escalada com o veteraníssimo Vladimir Stojkovic, um goleiro de deslizes frequentes, mas que mantém a confiança. Sem que o promissor Predrag Rajkovic deslanchasse como se esperava até o momento, o camisa 1 mantém o posto que já foi seu na Copa do Mundo de 2010. Experiência, aliás, é uma tônica geral entre os defensores sérvios. Antonio Rukavina e Aleksandar Kolarov são os decanos, com destaque especial ao jogador da Roma, importante válvula de escape e arma constante por seus cruzamentos. Já no miolo de zaga, Branislav Ivanovic perdeu a braçadeira, mas segue na posição, com Dusko Tosic e Nikola Milenkovic disputando o posto ao seu lado – Matija Nastasic, o potencial titular, se lesionou às vésperas da Copa.

As maiores virtudes da Sérvia estão no meio-campo. Nemanja Matic é nome intocável e o jogador mais importante do time. Entre as diferentes táticas possíveis, pode ser acompanhado na cabeça de área por Luka Milivojevic, de temporada consistente com o Crystal Palace. E, depois da federação optar por sua convocação, demitindo o técnico, Sergej Milinkovic-Savic se torna um nome compulsório, contribuindo com sua presença física e sua condução. Também pode jogar ao lado de Matic ou na linha seguinte, entre três ou quatro meias. Andrija Zivkovic, outro jovem de extrema capacidade técnica, corre por fora na disputa por um espaço, mas pode ser útil a partir do banco.

Nas pontas, os favoritos nas partidas recentes foram Filip Kostic e Dusan Tadic – este, o grande protagonista nas Eliminatórias, resolvendo várias partidas com seus gols e assistências. Adem Ljajic pode atuar aberto na esquerda, mas vem sendo mais frequente como meia central, logo à frente da dupla de volantes. Já no ataque, ao menos, nenhum questionamento quanto a Aleksandar Mitrovic. Um centroavante de muita presença de área e que abre espaços aos companheiros.

Time base: Stojkovic, Rukavina, Ivanovic, Tosic (Milenkovic), Kolarov; Matic, Milinkovic-Savic; Tadic, Ljajic (Milivojevic), Kostic (Zivkovic); Mitrovic. Técnico: Mladen Krstajic.

Dono do time

Nemanja Matic

Matic, do Manchester United (Foto: Getty Images)

São vários jogadores importantes na seleção sérvia. Ivanovic, Kolarov, Tadic, Mitrovic e (provavelmente) Milinkovic-Savic devem formar a espinha dorsal. Ainda assim, o ponto de referência é Nemanja Matic. Um jogador mais do que experimentado em alto nível, que oferece proteção à defesa e qualidade nos passes, além de poder causar problemas com seus chutes de longa distância. A fase afirmativa vem de longe, entre suas boas temporadas com Chelsea e Manchester United, independentemente das turbulências dos times. Não deve ser diferente na Sérvia, considerando as incertezas inerentes às mudanças de comando e às novas escolhas táticas. De qualquer maneira, o time deve girar ao redor do volante, entre a segurança da defesa e a fluidez do ataque.

Bom coadjuvante

Aleksandar Mitrovic

O centroavante despontou com a camisa do Anderlecht, causando impacto no Campeonato Belga, e se tornou aposta do Newcastle. No entanto, sem convencer em St. James’ Park, acabou ficando de lado nesta temporada. Na janela de transferências de inverno, os Magpies negociaram seu empréstimo ao Fulham. E a seleção sérvia só agradece por isso. A sequência de Mitrovic é excelente. Marcou 12 gols em 17 jogos na reta final da Championship e, mesmo passando em branco nos playoffs, ajudou os londrinos a conquistarem o acesso. Dono de bom porte físico, abre espaços aos companheiros e trabalha bem o pivô. Além disso, é ótimo nas finalizações de primeira e no jogo aéreo. Foi fundamental nas Eliminatórias, com seis gols e a assistência que confirmou a classificação. Já nos amistosos recentes, também se tornou responsável pelos melhores resultados, com seis gols em cinco aparições.

Fique de olho

Sergej Milinkovic-Savic

Milinkovic-Savic, da Lazio (Photo by Marco Rosi/Getty Images)

É até um contrassenso dizer que Milinkovic-Savic é a principal promessa desse time da Sérvia, considerando tudo o que o meio-campista vem jogando pela Lazio. Mesmo assim, acaba se tornando uma novidade no time, pelas rusgas que o afastaram das convocações. Soma apenas quatro partidas com a seleção principal, todas elas disputadas neste ano. Tem um porte físico avantajado, mas também muita mobilidade e habilidade para limpar os marcadores. Além da solidez na marcação, também oferece verticalidade ao time, com seus passes longos e enfiadas de bola. Isso quando não se torna um elemento a mais no ataque, seja por suas cabeçadas ou chutes de longe. Anotou 12 gols na última Serie A. Aos 23 anos, pode se tornar um ponto de desequilíbrio. Aliás, não é o único jovem que desponta. Junto com Rajkovic, Grujic e Zivkovic, fez parte do time campeão mundial sub-20 em 2015. Ainda mais jovens, há também o zagueiro Nikola Milenkovic e o atacante Luka Jovic. Opções que permitem à Sérvia acreditar em novas grandes campanhas.

Personagem

Adem Ljajic

Adem Ljajic, do Torino (Foto: Getty Images)

Nas relações sempre conturbadas que se vivem nos Bálcãs, Ljajic é um personagem particular. O atacante nasceu em Novi Pazar, uma cidade no sudoeste da Sérvia. O município fica no limite da área reconhecida como Kosovo e nas proximidades de Montenegro. A maioria de sua população é composta por bosníacos, quase 80% do total dos habitantes. O rapaz de 26 anos faz parte desse grupo étnico e, como grande parte dele, professa a fé muçulmana.

As origens não impediram Ljajic a assumir sua identidade sérvia. Mudou-se a Belgrado quando tinha 14 anos, se juntando às categorias de base do Partizan Belgrado e logo depois começaria a defender as seleções menores do país. Em 2010, transferiu-se à Fiorentina e por lá encontrou um personagem que o ajudou bastante: o técnico Sinisa Mihajlovic – alguém que veio de um contexto tão particular quanto o novato, filho de pai sérvio e mãe croata, que se valeu de sua influência para salvar um tio materno do assassinato durante a Guerra da Iugoslávia.

Mihajlovic não ficou tanto tempo em Florença, mas logo assumiria a seleção, convocando Ljajic. Até que o conflito acontecesse em 2012: o atacante se recusou a cantar o hino da Sérvia antes de um jogo, quebrando as regras determinadas pelo treinador. Justificou que tinha razões pessoais para não fazer aquilo. Deixava de entoar uma letra que exalta a “raça sérvia” e que faz referência à religião ortodoxa. Inflexível, o treinador preferiu suspender o jovem, sem aceitar as suas posições.

“O ato de discriminação do técnico confirma que os bosníacos não podem merecer um lugar na seleção sem renegar sua identidade”, declarou na época a Comunidade Cultural dos Bosníacos. As manifestações em defesa de Ljajic não surtiram efeitos. Era um momento difícil na carreira do atacante, que, naquele mesmo mês, ao ser substituído em um jogo da Fiorentina, aplaudiu ironicamente o técnico Delio Rossi e foi atingido por um soco desferido pelo comandante.

A trégua a Ljajic demorou dois anos para acontecer. Veio apenas em 2014, quando o técnico Ljubinko Drulović estava à frente da equipe. Ljajic garantiu que não tinha qualquer problema com Mihajlovic, apesar do entrave. Também garantiu que era uma honra vestir a camisa da Sérvia novamente. Com o tempo, se tornou um dos jogadores mais importantes da equipe e, pela primeira vez, poderá disputar uma Copa do Mundo.

Técnico

Mladen Krstajić

Em seus tempos de jogador, defensor de relativo sucesso no futebol alemão, Krstajic teve papel importante na seleção sérvia. Defendeu a equipe por nove anos, com o seu ápice vivido em 2006, quando participou de sua única Copa do Mundo. Pendurou as chuteiras em 2011 e, a partir de 2016, virou assistente de Slavoljub Muslin na equipe nacional. No entanto, a demissão do treinador principal transformaram as perspectivas do escudeiro. Virou o novo homem de confiança da federação. E justo no primeiro emprego desse calibre, já vai a uma Copa do Mundo. Não dá muito para prever o que fará, mas nestes amistosos preparatórios vem buscando alternativas táticas e dando espaço aos nomes mais tarimbados. Resta saber como se sairá na prova de fogo.

Uma história da seleção nas Copas

Stojkovic, da Iugoslávia (Foto: Getty Images)

A Copa de 1998 costuma ser muito lembrada pela campanha marcante da Croácia até a terceira colocação. No entanto, ainda em meio às tensões que se viviam nos Bálcãs, com os desdobramentos iniciais da Guerra do Kosovo, o que restava da Iugoslávia também montou um time fortíssimo para o Mundial da França. No papel, o elenco sérvio e montenegrino conseguia ser tão bom ou melhor que o dos croatas. Faltou apresentar a mesma consistência na campanha.

A guerra provocou uma suspensão de cinco anos à Iugoslávia, que só voltou a entrar em campo em março de 1997. Havia pouco tempo para montar um time e encaixá-lo, mas com os craques disponíveis ficou mais fácil. O técnico Slobodan Santrač contava com vários talentos, a exemplo de Dejan Savicevic, Predrag Mijatovic, Sinisa Mihajlovic, Darko Kovacevic, Dejan Stankovic, Savo Milosevic e Vladimir Jugovic. Liderando os astros, estava Dragan Stojkovic, remanescente da ótima campanha na Copa de 1990. E mesmo com o tempo escasso, sérvios e montenegrinos fizeram uma ótima campanha nas Eliminatórias. Terminaram seu grupo atrás apenas da Espanha e devastaram a Hungria na repescagem, com placar agregado de 12 a 1. Foram 41 gols em apenas 12 partidas na campanha.

O ataque arrebatador e a boa fase de alguns jogadores, como Mijatovic, aumentavam as expectativas sobre os iugoslavos. O jornal The New York Times chegou a apontá-los como candidatos às semifinais. Para tanto, um passo fundamental seria conquistar a liderança do grupo, o que sérvios e montenegrinos não conseguiram. A equipe venceu Irã e Estados Unidos com o placar mínimo, algo decepcionante após o que se viu nas Eliminatórias. Já contra a Alemanha, a Iugoslávia abriu dois gols de vantagem no início do segundo tempo, mas cedeu o empate com dois gols anotados num intervalo de seis minutos. Por conta do saldo de gols, ficou em segundo.

Se passasse em primeiro, a Iugoslávia poderia realmente sonhar com as semifinais. Pegaria o México nas oitavas e poderia fazer um jogo de dimensões inimagináveis com a Croácia nas quartas. Não aconteceu. O segundo lugar botou logo a Holanda pela frente. Cautelosa, a Iugoslávia adotou uma estratégia defensiva. Ainda assim, permitiu que Dennis Bergkamp abrisse o placar e terminasse o primeiro tempo em vantagem. O empate veio depois do intervalo, em cabeçada de Slobodan Komljenović. E quando a virada poderia se consumar, em pênalti anotado a favor dos iugoslavos, Mijatovic soltou uma bomba que explodiu no travessão de Edwin van der Sar. Então, aos 47 do segundo tempo, um chute defensável de Edgar Davids terminou nas redes, decretando a vitória holandesa por 2 a 1. O goleiro Ivica Kralj, que falhou em ambos os tentos, terminou como vilão.

A Iugoslávia poderia eliminar a Croácia em 1998? É a dúvida que fica. A resposta, em partes, veio um ano depois. Os dois países se cruzaram nas eliminatórias da Euro. E, apesar dos empates em ambos os encontros, sérvios e montenegrinos foram os responsáveis por tirarem os vizinhos da competição continental, garantindo para si a vaga na fase final. Os vacilos na França custaram caro a uma seleção que também poderia ter marcado sua própria história.

Como o futebol explica o país

A bandeira do reino da Albânia mostrada no estádio em Belgrado

Esta é a primeira seleção da Sérvia em Copas do Mundo que conta com jogadores nascidos entre a Guerra da Iugoslávia e a Guerra do Kosovo. Não à toa, Miloš Veljković nasceu na Suíça, um dos principais países que receberam refugiados dos conflitos – e não apenas sérvios, como também de outras etnias dos Bálcãs. No entanto, os que mais se lembram da realidade anterior são os mais velhos. Alguns dos principais jogadores da seleção têm histórias para contar sobre as ofensivas da OTAN em 1999, nos desdobramentos do conflito em Kosovo. O temor era cotidiano.

Nascido em Belgrado, Kolarov tinha 14 anos na época dos ataques:  “Quando você é criança, só quer jogar futebol, mas eu não podia por causa das bombas na cidade. Eu me lembro de tudo. Nos primeiros dias você tem muito medo, todos os dias são iguais. As bombas caíam perto da minha casa, que ficava próxima de um aeroporto militar. As pessoas protestavam sobre as pontes e não se escondiam da morte. Você não podia sair de casa durante a noite, porque às nove a sirene soava quando os aviões se aproximavam. E não tinha nada que você pudesse fazer. Jogar futebol era difícil. Jogávamos, mas não em nossa academia. Os técnicos não queriam ser responsáveis por qualquer coisa. Os bombardeios duraram três meses, não fomos à escola. Mas ainda jogávamos futebol nas ruas”.

Matic, por sua vez, tinha 11 anos. Nascido no interior, numa cidade fronteiriça com a Bósnia, havia se mudado com a família para Vrelo e, posteriormente, a Belgrado. Também conviveu com o pesadelo na capital: “Não era uma época fácil para a Iugoslávia. Eu era muito jovem, não me lembro de tudo. A pior memória é em 1999, quando os Estados Unidos bombardearam o país. Foi um momento difícil para mim, porque eu não entendia o motivo pelo qual tudo aquilo acontecia. Eu perguntava ao meu pai, mas ele não podia me explicar. Esse é um momento que ficará comigo para sempre”.

A partir de então, uma das principais questões na Sérvia se concentrou sobre a construção da identidade do país a essa nova geração, entre nacionalismos e extremismos. E um episódio emblemático aconteceu em 2014, durante o duelo entre albaneses e sérvios pelas eliminatórias da Eurocopa, em Belgrado. Matic e Kolarov estavam em campo quando um drone começou a sobrevoar o gramado, trazendo uma bandeira da Grande Albânia, em alusão à disputa territorial entre os dois países. Se antes disso a situação já era tensa nas arquibancadas, sob gritos de “matem os albaneses” e bandeiras da OTAN queimadas, a bomba estourou após o incidente.

Os jogadores, num primeiro momento, se estranharam e deixaram aflorar os nacionalismos, com uma confusão massiça entre eles. No entanto, ante a revolta dos ultras do lado de fora, com algumas invasões em campo e cadeiras arremessadas contra os albaneses, os jogadores sérvios evitaram uma tragédia. Kolarov e Ivanovic lideraram a proteção aos adversários, que saíram correndo até o túnel de acesso aos vestiários. Em meio ao barril de pólvora, o medo é uma questão de ocasião.

O que a Copa de 2018 significa para a seleção

As campanhas da Sérvia desde o fim da Iugoslávia são decepcionantes. Com os montenegrinos, chegaram às oitavas de final. Após a independência, porém, foram duas eliminações na primeira fase e derrotas frustrantes. Fazer uma boa campanha significa honrar a qualidade histórica do futebol na região. E há jogadores para isso. O ponto será formar um time, quando este não é apenas um problema atual, mas também repetido nos outros fracassos.

Jogos na Copa

Domingo, 17/06 – 9h – Costa Rica x Sérvia

Sexta-feira, 22/06 – 15h – Suíça x Sérvia

Quarta-feira, 27/06 – 15h – Sérvia x Brasil

Ficha técnica

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