As divisões de acesso não são apenas a oportunidade de alguns clubes alcançarem a glória. Para muitos, é a chance de recobrar a sua própria grandeza. E, nesta reta final de temporada, começa a época em que as invasões de campo se tornam frequentes – em comemorações sempre apoteóticas. Com o término dos campeonatos, antes mesmo que muitos campeões na elite sejam conhecidos, os times das divisões inferiores já festejam a ascensão.

A atual temporada, aliás, têm vários times tradicionais brigando para subir nas principais ligas da Europa. Torcidas fanáticas que poderão receber um alento, diante da penúria dos anos passados. Abaixo, preparamos um guia sobre dez dessas competições. Explicamos o sistema de disputa, falamos sobre a tradição de cada concorrente e ainda oferecemos um breve comentário. Esta matéria segue outras duas publicadas nas últimas semanas, sobre “20 times para ficar de olho na reta final dos campeonatos ‘lado b’ da Europa” e sobre “20 times que podem quebrar jejuns e buscar façanhas na reta final das copas nacionais pela Europa”.

Por conta dos jogos da rodada neste final de semana, já a partir desta sexta, não colocamos a pontuação. Mas ela pode ser conferida através dos links indicados. Confira:

Segunda divisão inglesa

Duas vagas diretas e outra para playoffs de acesso (quatro postulantes)

Conquistar o acesso na Championship não significa apenas confirmar presença na Premier League, mas também garantir os milhões e a exposição oferecidos pela elite do Campeonato Inglês. Assim, dois clubes estão um passo à frente nesta missão, ao menos garantidos nos playoffs. Treinado por Nuno Espírito Santo e com um elenco repleto de lusófonos (entre eles o centroavante brasileiro Léo Bonatini), o Wolverhampton flerta com a ascensão desde o primeiro turno e tende a comemorar o retorno à elite já nas próximas rodadas. Prêmio e tanto em uma temporada na qual os Lobos lidaram com a luta do goleiro Carl Ikeme, que descobriu uma leucemia. Vale lembrar que, desde sua última aparição na Premier League, o clube chegou a cair à terceirona e vinha de campanhas medianas na Championship. Logo abaixo, o Cardiff também está relativamente tranquilo. Os galeses rondaram o G-2 na maior parte do tempo e deram um sprint no segundo turno. Nesta sexta, aliás, os dois se pegam em confronto direto. Correndo por fora, o Fulham tenta se aproximar, assim como o Aston Villa. E da quinta colocação para baixo, será um pega pra capar pelos dois últimos lugares nos playoffs. Ao menos sete times estão no meio do bolo. Na rabeira, tristeza especialmente pela situação claudicante do Sunderland, que deve sofrer o segundo rebaixamento consecutivo.

Times mais próximos do acesso, após 40 rodadas de 46 no total

Wolverhampton: 64 temporadas na elite, a última em 2011/12, três títulos
Cardiff City: 16 temporadas na elite, a última em 2013/14

Próximos dos playoffs, correndo por fora pelo acesso direto: Fulham, Aston Villa
Na briga pelos playoffs: Derby County, Middlesbrough, Bristol City, Millwall, Sheffield United, Preston North End, Brentford

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Terceira divisão inglesa

Duas vagas diretas e outra para playoffs de acesso (quatro postulantes)

As duas vagas diretas são disputadas por três times, dois deles com história recente na Premier League. O Blackburn Rovers foi rebaixado na Championship em 2017 e já tenta se reerguer. Os campeões nacionais de 1995 subiram de produção e não sabem o que é perder desde meados de outubro. São favoritos. Atualmente em terceiro, o Wigan parecia outro nome certo para subir, em seu ioiô recente. Contudo, o deslumbramento na Copa da Inglaterra parece ter impactado a produtividade na League One, com uma queda a partir de fevereiro. No meio de ambos, aparece o Shrewsbury Town, clube centenário que nunca alcançou a segunda divisão e passou boa parte de sua história na Non-League. Já na luta pelos playoffs, um pelotão maior, no qual aparecem Charlton e Portsmouth.

Times mais próximos do acesso, após 40 rodadas de 46 no total

Blackburn: 73 temporadas na elite, a última em 2011/12, três títulos
Shrewsbury: nunca passou da terceirona, 17 temporadas
Wigan: oito temporadas na elite, a última em 2012/13

Na briga pelos playoffs: Rotherham United, Peterborough United, Charlton, Portsmouth, Scunthorpe United, Plymouth

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Quarta divisão inglesa

Três vagas diretas e outra para playoffs de acesso (quatro postulantes)

Só um terremoto para mudar os rumos da League Two neste momento, com o cenário bastante encaminhado. O Accrington Stanley estava na sétima divisão em 2000, agora pode retornar à terceirona pela primeira vez desde 1960. Frequenta o G-3 desde as primeiras rodadas, mesmo com o elenco mais barato da liga. Em segundo, o Luton Town quer se recuperar. O clube, de boas campanhas na elite nos anos anteriores à Premier League, chegou a sofrer três rebaixamentos seguidos na década passada, indo parar na Non-League. Brigou pelo acesso na temporada passada e finalmente deve consegui-lo, líder durante a maior parte da atual campanha. Já o Wycombe Wanderers é um time de divisão de acesso, que pode voltar à terceirona após seis anos. Já na zona dos playoffs, uma coleção de camisas tradicionais com Exeter, Notts County, Lincoln City e Coventry.

Times mais próximos do acesso, após 41 rodadas de 46 no total

Accrington Stanley: nunca chegou à elite, no máximo à terceira
Luton Town: 16 temporadas na elite, a última em 1991/92
Wycombe Wanderers: nunca chegou à elite, no máximo à terceira

Na briga pelos playoffs: Exeter City, Notts County, Lincoln City, Coventry City, Mansfield Town, Swindon Town, Colchester United, Carlisle United

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Segunda divisão alemã

Duas vagas diretas e outra para a repescagem contra o antepenúltimo da elite

Se o equilíbrio costuma imperar em boa parte da tabela na Bundesliga, o mesmo acontece na segunda divisão. Há um bolo enorme que compõe o pelotão intermediário e não seria loucura dizer que até mesmo o 15° colocado, Erzgebirge Aue, possui as suas esperanças remotas – a apenas nove pontos da zona de acesso, restando 18 pontos em disputa. De qualquer maneira, a briga às vagas diretas tende a se concentrar entre três clubes. O Fortuna Düsseldorf frequenta a ponta desde as primeiras rodadas e dificilmente deixará a oportunidade escapar. A concorrência maior fica entre Nürnberg e Holstein Kiel. O Kiel, aliás, acabou de subir da terceirona, após 36 anos longe do segundo nível da liga. Permaneceu na zona de acesso direto durante boa parte da campanha, mas perdeu força recentemente. Cinco pontos atrás, os mais próximos no pelotão intermediário são Ingolstadt e Jahn Regensburg. Já na zona de rebaixamento, Kaiserslautern e Darmstadt estão ameaçadíssimos.

Times mais próximos do acesso, após 28 rodadas de 34 no total

Fortuna Düsseldorf: 23 temporadas na Bundesliga, última em 2012/13, um título no antigo modelo do campeonato
Nürnberg: 32 temporadas na Bundesliga, última em 2013/14, nove títulos (oito no antigo modelo)
Holstein Kiel: nunca figurou na Bundesliga, mas disputou o antigo modelo da primeira divisão, regionalizado; a última aparição aconteceu em 1956/57

Correm por fora: Do quarto colocado Ingolstadt (40 pontos) ao 15° Erzgebirge Aue (36 pontos) a matemática permite sonhos malucos, mas é difícil imaginar uma reviravolta nestas proporções.

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Terceira divisão alemã

Duas vagas diretas e outra para a repescagem contra o antepenúltimo da segunda

O Paderborn se transformou em um dos maiores ioiôs da história do futebol europeu. Depois da ascensão meteórica à primeira divisão, sofreu três rebaixamentos consecutivos. Era para ter caído à quarta divisão nesta temporada, mas acabou salvo depois que o Munique 1860 não pagou sua licença para disputar a terceirona. E surpreende, liderando a competição praticamente de ponta a ponta. Seu principal perseguidor neste momento é o Magdeburgo tenta ser mais um representante do lado oriental da Alemanha na segundona, mas perdeu fôlego nas rodadas recentes. Em terceiro, o Wehen Wiesbaden, time de pouca tradição no país, mas que comprova sua relevância nos anos mais recentes. Quem tenta se aproximar com isso é o Karlsruher, outro que viveu tempos gloriosos em seu passado, apesar da queda nos últimos anos.

Times mais próximos do acesso, após 32 rodadas de 38 no total

Paderborn: uma participação na Bundesliga, em 2013/14
Magdeburgo: nunca disputou a Bundesliga, mas esteve 30 vezes na elite oriental, com três títulos
Wehen Wiesbaden: nunca passou da segundona, última em  2008/09
Karlsruher: 24 participações na Bundesliga, última em 2008/09, um título no antigo modelo do campeonato

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Segunda divisão espanhola

Duas vagas diretas e outra para playoffs de acesso (quatro postulantes)

Costuma ser a última das divisões de acesso a se encerrar, e nesta temporada a segundona do Campeonato Espanhol tem o cenário bastante aberto. Há um bolo considerável de 13 times, embora quatro pareçam um passo à frente na luta pelas vagas diretas. Os três primeiros colocados somam os mesmos 58 pontos. O Sporting de Gijón tenta o retorno imediato na elite, embora venha de uma campanha irregular – de começo bom, meio fraco e sequência de triunfos nesta série final. O Rayo Vallecano, por sua vez, passou por momentos difíceis na temporada passada e surge bem no segundo turno. Já o Huesca se estabeleceu apenas recentemente na segundona e faz uma campanha firme na liderança, mas perde fôlego nas rodadas recentes. Por fim, o tradicional Cádiz vislumbra uma oportunidade que não tem desde 2006 e demonstra os seus méritos, ocupando a zona de acesso direto durante algum tempo. No mais, os nove times abaixo estão vivos pelos playoffs e podem ambicionar um pouco a mais caso alcancem vitórias consecutivas.

Times mais próximos do acesso, após 33 rodadas de 42 no total

Sporting de Gijón: 42 aparições na elite, a última em 2016/17, um vice
Rayo Vallecano: 16 aparições na elite, a última em 2015/16
Huesca: nunca apareceu na elite, oito temporadas na segunda
Cádiz: 12 aparições na elite, a última em 2005/06

Correm por fora: Granada, Osasuna, Real Oviedo, Zaragoza, Valladolid, Numancia, Lugo, Tenerife, Albacete

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Terceira divisão espanhola

Dividida em quatro campeonatos regionais
Os quatro campeões se classificam a um playoff, com dois confrontos diretos valendo acessos
Os perdedores são repescados para outro mata-mata, com mais 12 equipes – do segundo ao quarto de cada chave regional. Vão se eliminando em mata-matas até sobrarem dois, que também sobem.

A Segunda División B costuma ser imprevisível. Afinal, além de se garantir na fase de pontos corridos, os melhores clubes também precisam se impor nos mata-matas. E os que perdem nas semifinais da “rota dos campeões” são sugados por um enorme sistema de mata-matas, no qual realmente os mais copeiros conseguem triunfar. Na atual temporada, apenas um dos líderes dos quatro grupos regionais realmente nada de braçada, e a notícia é boa. O Mallorca soma seis pontos de vantagem e é favoritíssimo a retornar à segunda divisão, após lidar com graves problemas financeiros recentemente. O projeto é encabeçado pelo dono do Phoenix Suns, da NBA, e possui Steve Nash entre os sócios. No mais, os concorrentes ainda precisam se garantir no topo. Rayo Majadahonda, Marbella e Sporting de Gijón B (que só pode subir se o primeiro time também subir) são os primeiros colocados no momento. Nenhum dos três sequer alcançou a segundona ao longo da história.

Times mais próximos do acesso, após 33 rodadas de 38 no total

Mallorca: 27 aparições na elite, a última em 2012/13

Na briga pela ponta: Rayo Majahonda, Fuenlabrada, Deportivo Fabril, Navalcarnero, Rápido de Bouzas (Grupo 1); Sporting de Gijón B, Mirandés, Real Sociedad B, Racing Santander (Grupo 2); Marbella, Cartagena (Grupo 4)

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Segunda divisão italiana

Duas vagas diretas e outra para playoffs de acesso (seis postulantes)

A Serie B italiana costuma ser uma das mais legais de se acompanhar, por toda a tradição que a permeia. São várias camisas pesadas tradicionais lutando pela parte de cima da tabela, embora nos últimos anos os novatos tenham surpreendido. Desta vez, quem sobra é o Empoli, que quase todas as vezes que retorna à elite, cai de imediato. Passou o primeiro turno oscilando, em meio ao equilíbrio no topo da tabela, mas se firmou na metade final da campanha e já abre boa vantagem. Já na segunda colocação, o candidato é o Frosinone, de aparição fugaz na primeira divisão há duas temporadas. O time aparece estável no G-2, mas sofre a ameaça do Palermo, que foi líder durante parte da campanha, mas despencou depois de uma série de resultados ruins em fevereiro. Já a luta pelos playoffs é aberta, na qual aparecem times históricos como Perugia, Parma, Bari e Venezia. Na parte inferior, a ameaça é clara para Ternana, Pro Vercelli, Ascoli, Cesena e Avellino.

Times mais próximos do acesso, após 33 rodadas de 42 no total

Empoli: 12 aparições na elite, a última em 2016/17
Frosinone: uma aparição na elite, em 2015/16
Palermo: 35 aparições na elite, a última em 2016/17

Na briga pelos playoffs: Perugia, Parma, Bari, Cittadella, Venezia, Carpi, Spezia, Foggia

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Terceira divisão italiana

Dividida em três campeonatos regionais
Os três campeões conquistam o acesso direto
Já outros nove times (!) de cada chave, do segundo ao décimo, disputam um intrincado playoff, no qual se juntará o campeão da Coppa Italia Lega Pro – uma copa nacional paralela que envolve os times da terceirona. Serão mais três fases nesta etapa extra da competição, tudo isso para decidir mais um mísero acesso entre 28 candidatos.

A Lega Pro voltou a se chamar Serie C, mas o intrincado regulamento permanece intacto. E, como aconteceu na temporada passada, clubes tradicionais aparecem na luta pelas vagas diretas. O Grupo A ficará entre o Robur Siena (sim, a refundação do velho Siena) e o Livorno, com o Pisa correndo por fora, já mais distante da luta principal. Os grenás lideraram em boa parte da campanha, mas foram superados recentemente. No Grupo B, o Padova está sobrando e pode retornar à segundona após sete anos. Já no Grupo C, a corrida mais ferrenha. O Lecce está no topo desde a oitava rodada, mas já vê Catania e Trapani crescendo no retrovisor. No mais, Reggiana, Monza, Piacenza e Alessandria estão no bolo pelos playoffs. Já o Modena foi rebaixado previamente pela crise financeira, caminho que tende a ser tomado também pelo Vicenza.

Times mais próximos do acesso, após 32 rodadas de 38 no total

Robur Siena: nove participações na elite, a última em 2012/13 (como Siena)
Livorno: 29 participações na elite, a última em 2013/14
Padova: 26 participações na elite, a última em 1995/96
Lecce: 15 participações na elite, a última em 2011/12
Catania: 17 participações na elite, a última em 2013/14
Trapani: nunca esteve na elite, quatro temporadas na segunda

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Segunda divisão francesa

Duas vagas diretas e três nos playoffs contra o antepenúltimo da elite

Infelizmente, a Ligue 2 não deve contar com um final insano como o da temporada passada, em que seis times se engalfinhavam pelas vagas e várias trocas de posições ocorreram na rodada decisiva. Mas há novidades. Agora, três times avançam aos playoffs. O quarto e o quinto se enfrentam e o vencedor encara o terceiro colocado. Já o sobrevivente deste último confronto faz o jogo do acesso contra o antepenúltimo da Ligue 1. Uma das vagas diretas deve ficar com o tradicionalíssimo Stade de Reims, que lidera desde a oitava rodada e conta os dias para ratificar a promoção. Já na segunda colocação, quem também está relativamente tranquilo é o Nîmes, outro que frequenta o topo da tabela desde o primeiro turno, e pode retornar à elite após mais de duas décadas de hiato. O mais próximo de aprontar é o Ajaccio, mas não parece o caso. Já a luta pelos playoffs é mais aberta, com cinco postulantes. Destaque especial ao Paris FC, promovido na temporada passada apenas por causa da bancarrota do Bastia e que agora pode protagonizar um “dérbi” contra o PSG.

Times mais próximos do acesso, após 31 rodadas de 38 no total

Stade de Reims: 29 temporadas na elite, a última em 2015/16, seis títulos
Nîmes: 33 temporadas na elite, a última em 1992/93, quatro vezes vice

Na briga pelos playoffs: Ajaccio, Lorient, Paris FC, Clermont, Châteauroux, Brest, Le Havre

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Outras ligas

O primeiro clube a conquistar o acesso nesta temporada foi o tradicional Cercle Brugge, que retornou à elite do Campeonato Belga após três temporadas na segundona. Na Hungria, destaque ao poderoso MTK Budapeste, pronto para voltar de imediato à primeira, embora não represente a força de outros tempos. A tradição também transborda na Grécia, onde Aris e OFI Creta precisaram se reconstruir desde a terceirona, mas são os favoritos desta vez na segunda. Na Dinamarca, o antigo campeão nacional Vejle está na disputa. O Neuchâtel Xamax lidera com folga na Suíça, depois de bater na trave nas duas últimas temporadas. Rizespor e Ankaragücü possuem sua representatividade, no páreo pela Süper Lig turca. Fortuna Sittard e NEC brigam ponto a ponto na Holanda. Yenisey Krasnoyarsk pode estrear no Russão. E o Arsenal Kiev chegou a cair à quinta divisão por problemas financeiros, mas está à beira de retornar ao primeiro nível na Ucrânia.

Já nos níveis mais abaixo das cinco grandes ligas, olho na quarta divisão do Alemão, onde Energie Cottbus, Saarbrücken Munique 1860 lideram com folga seus grupos regionais e avançam com força rumo aos playoffs. O Compostela está entre os destaques na quarta divisão espanhola, assim como o Rimini na quarta divisão italiana. O histórico Red Star Paris pode voltar à Ligue 2, enquanto Le Mans e Sedan miram a terceirona. Já na sexta divisão inglesa, o Salford City (que pertence a Peter Lim, dono do Valencia, e à “Classe de 92” do Manchester United) deve subir um degrau.

Por fim, menção especial a Portugal. A segunda divisão está simplesmente fantástica. Passadas 31 das 38 rodadas, ao menos seis times estão na luta. O líder é o Nacional da Ilha da Madeira, com 56 pontos. Santa Clara ocupa a segunda posição do acesso direto, com 55. Já Arouca, Penafiel, Acadêmica de Coimbra e Acadêmico de Viseu estão a, no máximo, cinco pontos.