Pescador, ator, amante das murgas ou jogador mais bem pago do mundo. Coração dividido: metade preta e branca do time de seu bairro, o Danubio, no qual deu seus primeiros passos como estrela da bola; a outra metade ninguém sabe. Alguns dizem que é preta e amarela, outros que é tricolor. Não importam as cores, ele está no coração de todo uruguaio. Talvez alguns mais rancorosos por sempre marcar gols contra o Peñarol, porém o que fez pela Celeste retrai emoções amargas. Nasceu e cresceu ao lado do Estádio Jardines del Hipódromo, o garoto adorava brincar com gigantes, dava trabalho tanto para o Manya quanto para o Bolso. Desde cedo irreverente, Álvaro Recoba, com 38 anos completados nesta segunda, ainda é um diamante, nunca deixou de brilhar, mesmo não tendo o mesmo fôlego dos 17 anos. Quando está em campo, coloca a bola onde quer, e gosta mais se for jogo decisivo. Iguais a ele, nenhum. Esta é a história de um dos maiores jogadores uruguaios de todos tempos.

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