Austrália

Ryan – 5

Não foi o culpado de nenhum dos gols, mas poderia ter evitado o terceiro, já que a bola foi bem embaixo das suas pernas.

McGowan – 5,5

Não que tenha tido muito trabalho, mas também não conseguiu ajudar muito na marcação. Por limitações que vão além da sua vontade.

Wilkinson – 5

Fernando Torres conseguiu brilhar em cima dele, o que não é algo notável para se colocar no currículo.

Spiranovic – 6

Melhor que o companheiro de zaga, mas nada notável.

Davidson – 6

Foi mais participativo no campo de ataque, mas também não conseguiu contribuir tanto assim para o time.

Jedinak – 6

Fez o trabalho de marcação de forma simples, sem muito brilho, nem a maior eficiência do mundo. Mas conseguiu o básico. Acabou tomando cartão amarelo.

McKay – 6

Assim como o companheiro, foi arroz com feijão. Simples, nada de mais, foi razoável.

Leckie – 6

Tentou algumas jogadas, mas não foi eficiente o bastante, nem teve chances suficientes.

Bozanic – 5

Apagado, deveria ser quem criaria as jogadas para o ataque australiano. Obviamente não conseguiu fazer esse papel.

(Bresciano) – 6

Entrou um pouco melhor, ajudou a dar um pouco mais de qualidade. Mas não o suficiente para levar ao gol.

Oar – 5

Também esteve apagado no jogo e ofensivamente quase não existiu. Assim como seu nome lido em português, sua participação pode ser definida por um bocejo.

(Troisi) – 6

Melhor que Oar, mas só fez passes simples. Não conseguiu levar perigo à defesa espanhola.

Taggart – 5

Aparentemente esteve em campo, segundo a escalação. Não foi visto, e cogitam mandar equipes de busca.

(Halloran) – 6

Deu mais movimentação ao ataque australiano. O problema é que quase não tiveram ataques australianos no segundo tempo.

ESPANHA

Reina – 6

Não precisou fazer nenhuma defesa no jogo. Ganha a nota por inércia.

Juanfran – 7

Fez o passe para o primeiro gol do time, de Villa. Teve boa chegada ao ataque, tentando aproveitar o espaço daquele lado do campo.

Albiol – 6,5

Seguro, não deu espaços, mas também não teve muito trabalho, cá entre nós. Então, fez o simples e já foi mais do que suficiente.

Sérgio Ramos – 7

Foi bem na marcação, seguro, e não deu qualquer chance ao fraco ataque australiano.

Alba – 7

Aproveitou que a Austrália apresentou uma avenida expressa do seu lado e atacou como gosta. Como não tinha ninguém para aproveitar o espaço às suas costas, foi muito bem.

Koke – 6,5

É visto como um jogador de futuro e até deu bons passes. Nada de mais, mas suficiente para ditar o ritmo do time.

Xabi Alonso – 6

Sua despedida da seleção foi, como nos outros dois jogos, melancólica. Não comprometeu, mas também nem teve trabalho.

(David Silva) – 6

Entrou e não mudou o panorama, apesar das características diferentes. Fez pouco no jogo.

Iniesta - 7,5

Fez o passe para um dos gols espanhóis e, assim como outros jogadores do time, pareceu desanimado pela eliminação precoce. Iniciou também o lance do primeiro gol com um passe fora do comum para Juanfran.

Cazorla – 6

Não deu a criatividade que se esperava, mas o time todo não parecia muito disposto a ajudá-lo também.

(Fàbregas) – 6,5

Entrou bem no jogo e participou do último gol espanhol, servindo com perfeição Juan Mata.

Torres - 6,5

Marcou mais um gol com a camisa da Espanha, algo que ele incrivelmente continua fazendo mesmo com toda a sua má fase. Ainda participou diretamente de outro gol também.

Villa – 7 

A sua despedida da seleção teve um golaço, de letra. Não foi espetacular, mas ajudou o time a construir a vitória, foi o que mais se dedicou e, enquanto esteve em campo, foi o melhor da Espanha.

(Mata) – 6,5

Entrou bem, se movimentando bastante, e marcou um dos gols do time.