Costa do Marfim

Barry – 5,5

Não passou muita segurança, ainda que não tenha sido culpado no gol de Honda.

Aurier – 7,5

O melhor em campo. De seus pés saíram os cruzamentos dos dois gols marfinenses, mas sua boa atuação não se limitou a isso. Foi um lateral seguro atrás, que foi uma válvula de escape na frente.

Zokora – 6

Cresceu durante o jogo e foi bastante seguro no segundo tempo, mas deu muitos sustos no começo da partida.

Bamba – 5,5

Bateu um pouco de cabeça e sofreu com a velocidade do ataque japonês no primeiro tempo.

Boka – 6

Começo ruim, mas foi beneficiado com a falta de inspiração de Kagawa e acabou se estabilizando no jogo.

(Djakpa) – sem nota

Ficou pouco tempo em campo.

Tioté – 6,5

Foi importante no combate, sobretudo depois do gol japonês, quando a Costa do Marfim apertou a marcação e buscou a pressão até a virada.

Serey Die – 5

Não deu consistência, e ainda não ajudava seu time a sair jogando. Foi bem substituído.

(Drogba) – 7

Fisicamente ele fez uma boa partida, nota 6,5. Mas sua aura foi um dos destaques do jogo. Só sua presença já desestabilizou o Japão, além de ajudar a acalmar o precipitado time marfinense. O espírito levou 7,5 e, na média, Drogba fica com 7.

Yaya Touré – 5,5

Talvez seja a expectativa que tenhamos em cima de um jogador tão bom, mas Yaya foi bastante apagado neste sábado. Não chamou a responsabilidade para decidir, e também criou pouco no meio-campo.

Kalou – 5

Apagado, não se destacou nem quando a Costa do Marfim cresceu e passou a jogar em cima da defesa japonesa.

Bony – 6

Fez o gol de empate, e merece crédito por isso. Antecipou-se à marcação e desviou para o gol. Só não leva uma nota mais alta porque também perdeu muitos gols antes disso.

(Ya Konan) – sem nota

Entrou no final do jogo, e foi mais notado quando sentiu dores no joelho nos acréscimos.

Gervinho – 5

Atuação semelhante à de Bony: teve o crédito por fazer o gol e perdeu muitos gols. Mas Gervinho fez um gol mais fácil que o companheiro (ele não tinha marcação alguma) e perdeu mais gols também.

Japão

Kawashima – 5

Esteve inseguro, soltando algumas bolas que dava para segurar. E ainda falhou no gol da virada, quando tentou agarrar uma bola que era para espalmar e acabou deixando ela entrar.

Uchida – 5,5

Sua principal qualidade é aparecer no ataque, articulando com Kagawa e Honda. Não fez nada disso.

Yoshida – 5

Tem preferência em um jogo como este por ser o zagueiro mais alto e forte do elenco japonês, mas chegava atrasado em muitas jogadas. E ainda não ajudou a dar mais força à defesa.

Morishige – 5

Esforçou-se demais, salvou muitas bolas com bloqueios em cima da hora, mas sofria demais nas jogadas corpo a corpo com os marfinenses.

Nagatomo – 4,5

Sumido em campo, ajudou pouco o ataque e ainda viu os dois gols marfinenses saírem de seu setor.

Yamaguchi – 5

Começou bem, mas foi sumindo pela dificuldade no combate contra o forte time marfinense.

Hasebe – 6,5

Estava bem no jogo, dava consistência ao meio-campo e ajudava a aliviar um pouco a pressão, ligando a defesa com o ataque. O time sentiu sua ausência.

(Endo) – 5

É um jogador de talento, mas fisicamente não aguenta um jogo intenso contra um adversário como a Costa do Marfim. O Japão perdeu definitivamente o meio-campo e tomou pressão até sair a virada.

Okazaki – 5

Esteve pouco inspirado, mas tentou conversar com Honda para criar algum perigo.

Honda – 6,5

Tudo o que o ataque japonês produzia era responsabilidade dele. No final, caiu muito, mas merece um voto de confiança porque estava isolado e se via obrigado a resolver tudo sozinho.

Kagawa – 4

Apagadíssimo, foi omisso em campo, deixando com Honda toda a responsabilidade de criar algo do lado japonês.

(Kakitani) – sem nota

Ficou pouco tempo em campo.

Osako – 4,5

Muito mal, esteve apagado mesmo no momento em que o Japão dominava e acionava os jogadores de frente.

(Okubo) – 5

Não fez nada em campo, mas tem como atenuante o fato de que jogou no momento em que o Japão já estava perdido em campo e a bola não chegava ao ataque.

Árbitro

Enrique Osses – 7

Arbitragem tranquila, beneficiada pelo fato de o jogo ser tranquilo. Mas teve um lance muito difícil, em carrinho de Morishige no Yaya Touré. Teve cara de pênalti, e o chileno deixou seguir. No replay, ficou claro que o árbitro acertou em uma jogada bem delicada.