Estados Unidos

Howard – 6

Seguro, discreto e bem posicionado. Sem culpa no gol.

Johnson – 6

Apoiou bem o setor direito americano, fazendo uma boa dobradinha com Bedoya. Atrás, deixou alguns espaços, incluindo uma bola nas costas que só não terminou em gol porque o passe de Ayew não chegou em Essien.

Cameron – 6

Bem no jogo aéreo e nos rebates, foi o zagueiro americano mais seguro na partida

Besler – 5,5

Bom rebatedor, se perdia um pouco quando a bola vinha da linha de fundo.

(Brooks) – 6,5

Entrou se atrapalhando na defesa, mas fez o gol numa bela cabeçada em momento complicado da partida. Saldo positivo do jovem defensor americano.

Beasley – 6

Partida discreta do lateral-esquerdo americano. Bastante exigido defensivamente, não comprometeu e conseguiu, se não anular, pelo menos minimizar as atuações de Atsu e Opare.

Jermaine Jones – 7

Deu o passe para o gol relâmpago de Dempsey e, no geral, fez boa partida. Consistente na defesa e efetivo no ataque.

Bedoya – 6,5

Partida semelhante a de Jones, mas sem o mesmo vigor físico, conseguiu aproveitar bem as subidas de Johnson pelo lado direito e fechar, com algum esforço, as subidas de Asamoah.

(Zusi) – 6,5

Única mudança por opção de Klinsmann, o garoto Zusi entrou bem. Deu mais gás para os EUA num momento em que a equipe era sufocada por Gana e não conseguia passar do meio de campo. Por fim, a assistência para o gol de Brooks coroou a boa, apesar de curta, atuação.

Bradley – 5,5

No primeiro tempo, tentou comandar o meio de campo americano, recuando para armar o jogo e chegando na área ganesa quando possível. No segundo tempo, perdeu a luta física com Muntari e Rabiu e deixou espaços.

Beckerman – 6

Jogou sobrecarregado e cumpriu bem seu papel de proteção da zaga.

Dempsey – 7

Entrou ligado e fez o gol relâmpago, logo aos 28 segundos de partida, entortando Boye e batendo de maneira consciente no canto de Kwarasey. No primeiro tempo, comandou as ações ofensivas dos EUA pelo centro, buscando o jogo e demonstrando categoria. No segundo, sumiu, a não ser por um bom chute defendido pelo goleiro ganês.

Altidore - 6

Entrou bem no jogo e abria espaço nos ataques, tentando impor o jogo físico. Lesionou-se ainda no primeiro tempo.

(Johansson) – 5,5

Entrou e, sem a mesma força física, tentou como pode colaborar com as ações ofensivas americanas. Lento, mas preciso nos passes, conseguiu criar algumas situações interessantes para os EUA.

Gana

Kwarasey – 5,5

Sem culpa nos gols, mas não passou tanta segurança para a defesa ganesa.

Opare – 5,5

Subiu bastante, mas o apoio foi muito pouco efetivo: cruzamentos ruins, facilmente cortados pela zaga americana.

Mensah – 6

Seguro e sem culpa nos gols, foi o melhor do sistema defensivo de Gana e quem segurou as pontas por lá.

Boye – 4

Fraco, falhou nos dois gols dos EUA. Foi facilmente driblado por Dempsey no primeiro e deixou Brooks se antecipar e subir no segundo.

Kwadwo Asamoah – 6

Sumido no primeiro tempo, apoiou mais durante o segundo, mas pouco pode criar contra a boa marcação de Bedoya e a inoperância de André Ayew.

Muntari – 6

Desatento no gol relâmpago dos EUA, melhorou, conseguiu se impor fisicamente e apoiar bem o ataque, criando algumas chances desperdiçadas no segundo tempo.

Rabiu – 5

Discreto, apareceu pouco no seu papel de primeiro volante no meio-campo de Gana.

(Essien) – 6

Entrou bem e deu mais qualidade e força física ao meio de campo de Gana.

Jordan Ayew – 4,5

Tentou apoiar e fazer dupla com Gyan, mas foi muito pouco efetivo, chegando a desperdiçar uma boa jogada de Atsu ainda no primeiro tempo.

(Boateng) – 5,5

Entrou e deu mais movimentação e criatividade ao ataque ganês, mas esbarrou no bom sistema defensivo montado pelos EUA.

Atsu – 6

Jogador mais acionado do sistema ofensivo ganês, chegou a criar algumas chances no primeiro tempo.

(Adomah) – sem nota

Entrou no final e jogou pouco.

Andre Ayew – 5,5

Sumido na maior parte do tempo, teve frieza para aproveitar o passe de Gyan e bater de trivela quando estava cara a cara com Howard.

Asamoah Gyan – 6,5

O mais lúcido do ataque de Gana. Não foi tão participativo quanto Atsu no primeiro tempo, mas levou perigo com no jogo aéreo e conseguiu criar chances por baixo – o passe de calcanhar para o gol de André Ayew foi prova disso.

Árbitro

Jonas Eriksson – 7

Em um jogo pegado, o árbitro sueco soube manter o controle do jogo