Holanda

Jasper Cillessen – 6,5

Foi muito bem principalmente no primeiro tempo, quando o México mais pressionou. No final do primeiro tempo, fez grande defesa em chute de Gio, mas, um pouco mal posicionado, não conseguiu evitar o gol no início do segundo tempo.

Paul Verhaegh – 5,5

Escalado na lateral direita para intensificar a marcação, não fez nada demais no jogo. Substituído quando Van Gaal teve que mudar a postura do time.

(Memphis Depay) – 6,5

Mais uma vez entrou muito bem, se movimentando bastante pela ponta esquerda, acertando grande parte de seus dribles e auxiliando na criação das jogadas.

Ron Vlaar – 6

Foi bem durante todo o jogo e não pode fazer nada para evitar o gol de Giovani dos Santos. Ajudou a Holanda a segurar a pressão mexicana nos primeiros 60 minutos da partida.

Stefan de Vrij – 6,5

Melhor da defesa holandesa, ainda levou perigo ao gol de Ochoa em cabeçada milagrosamente salva pelo goleiro mexicano.

Daley Blind – 6,5

Deslocado para o meio, conseguiu ser importante para o time, participando bastante do jogo, embora de forma discreta, e tocando muito na bola, com boa precisão nos passes.

Nigel de Jong – sem nota

Começou como titular, mas foi substituído logo aos nove minutos, com um problema físico.

(Bruno Martins Indi) – 6

Fez partida mediana como grande parte da defesa da Holanda. Não comprometeu em nenhum lance em particular.

Dirk Kuyt – 6

Começou na ponta esquerda e cresceu de produção quando Van Gaal mudou o time no segundo tempo para buscar a virada.

Georginio Wijnaldum - 5,5

Foi o mais discreto do meio de campo da Holanda.

Wesley Sneijder – 6,5

Teve uma partida apagada durante quase todo o jogo, mas brilhou com o gol que recolocou a Holanda no jogo. Mais uma vez, teve um papel importante de marcação quando a Oranje não tinha a bola.

Arjen Robben – 7

Melhor da Holanda, Robben criou chances em jogadas individuais, criou chances encontrando companheiros em boa posição e ainda sofreu o pênalti que deu a virada à Holanda. Parece imparável quando arranca com a bola.

Robin van Persie – 5

Quase não tocou na bola, por causa da postura da Holanda. No entanto, também não fez nada para que recebesse passes de companheiros.

(Klaas Jan-Huntelaar) – 6,5

Com a bola rolando, não fez nada demais. Com ela parada, cobrou com bastante frieza e precisão o pênalti da vitória por 2 a 1.

México

Guillermo Ochoa – 7,5

Não foi cobrado no primeiro tempo, mas, uma vez que a Holanda teve que ir para cima, voltou a brilhar no Castelão. Fez três grandes defesas e não teve culpa no gol de Sneijder.

Paul Aguilar – 6,5

Fez uma partida regular, mas não foi tão cobrado na maior parte do jogo. Teve dois desarmes, o maior número no time mexicano.

Francisco Rodríguez – 6

Discreto, não comprometeu e ainda se atirou em direção à bola para evitar gol de Sneijder no começo do primeiro tempo.

Rafael Márquez – 5

Foi mal em dois momentos que poderiam ter decidido o jogo – e um deles decidiu. Primeiro, no fim da etapa inicial, falhou na saída de bola e quase deu um gol à Holanda, mas voltou a tempo para salvar. No final do segundo tempo, cometeu o pênalti evitável em Robben.

Héctor Moreno – 6,5

Não foi cobrado defensivamente pelo domínio do México no primeiro tempo. Chegou até a subir para o campo holandês, de tanto que o Tri empurrava a Oranje. Saiu do jogo no intervalo, contundido.

(Diego Reyes) – 6

Jogou por todo o segundo tempo e não comprometeu, apesar da pouca idade (21 anos) e da importância do jogo.

Miguel Layún – 6,5

Apoiou muito bem no ataque, principalmente no primeiro tempo, com cruzamentos e até uma finalização.

Héctor Herrera – 6,5

Foi importante para o meio de campo, chegando bem ao ataque. Quase deixou o seu gol no início do jogo, mas viu a bola passar raspando a trave de Cillessen.

Carlos Salcido – 6

Principal responsável pela marcação no meio de campo, ainda levou perigo com chute forte, de longe, no primeiro tempo. De resto, foi discreto, mas teve papel importante marcando Sneijder.

Andrés Guardado – 5,5

Foi o mais sumido de um time que na maior parte do tempo esteve atacando.

Oribe Peralta – 6,5

Como jogador mais avançado do México, foi importante para as jogadas ofensivas do time durante o domínio em dois terços do jogo. Participava ativamente dos ataques, principalmente servindo os companheiros.

(Javier Hernández) – 5,5

Nos 20 minutos que teve em campo, não fez nada demais. Inclusive, matou um ataque bom por não saber o que fazer com a bola.

Giovani dos Santos - 6,5

Participou de grande parte das jogadas ofensivas mexicanas e ainda foi feliz acertando um bonito chute para abrir o placar no início do segundo tempo.

(Javier Aquino) – 6

Entrou para reforçar a marcação do México para a segunda metade da etapa complementar e não mudou o jogo para o bem ou para o mal.

Árbitro

Pedro Proença – 5

Errou ao não marcar um pênalti para a Holanda no primeiro tempo. Na segunda etapa, teve uma decisão difícil ao apitar o pênalti em Robben.