Espanha

Casillas – 4

Falhou feio em dois gols. Em um deles, recebeu uma bola mal recuada e entregou a bola para Van Persie marcar o gol. Apesar disso, ainda fez uma grande defesa no final do jogo.

Azpilicueta - 4

Pouco apareceu no campo. Fez parte do sistema defensivo da Espanha que deu muito, mas muito espaço para os adversários.  E deu um recuo criminoso para Casillas, colocando o goleiro em muitas dificuldades.

Piqué – 4

Deu espaço nas costas, não foi bem na saída de bola e tomou correria do ataque holandês o tempo todo.

Sergio Ramos – 4

Também só conseguiu correu demais atrás dos atacantes, tomou dribles humilhantes de Robben e não conseguiu se posicionar bem. A zaga da Espanha foi um desastre.

Jordi Alba – 5

Não chegou a comprometer como Azpilicueta, mas também deu muitos espaços pelo seu lado. E como não teve cobertura, sofreu demais na marcação.

Sergio Busquets – 5

Ficou igual barata tonta quando a Holanda recuperava a bola e saía em um contra-ataque rápido. Não tinha a quem marcar: Robben e Sneijder passaram como flechas por ele.

Xabi Alonso – 6

Marcou o gol de pênalti e tentou ajudar a organizar o jogo, o que funcionou no primeiro tempo, em parte. Mas caiu com o time e deixou o campo quando o desastre ainda não era total.

(Pedro) – 6

Entrou em campo, mas nada conseguiu fazer. A Holanda marcou três gols e ele mal conseguiu pegar na bola.

Xavi – 5

Lento, não conseguiu impor o famoso jogo de trocas de passes constantes. Conseguiu um bom passe para Diego Costa sofrer o pênalti e foi o seu melhor momento no jogo. Foi vítima de uma marcação dura e pouco conseguiu fazer. Acabou anulado no meio dos holandeses, especialmente no segundo tempo.

Iniesta – 6

Fez algumas boas jogadas no primeiro tempo, nos melhores momentos da Espanha no jogo. Chegou a armar um bom ataque pela esquerda e conseguir um escanteio. Assim como toda a equipe, caiu muito no segundo tempo.

David Silva – 6

Foi bem em uma parte do primeiro tempo, mas não o suficiente para ser aquele jogador decisivo do Manchester City. Conseguiu até criar algumas boas jogadas, ma na maior parte do tempo, ficou anulado em campo.

(Cesc Fàbregas) – Sem nota

Jogou pouco tempo, mas também não conseguiu mudar o panorama de um time que já estava combalido em campo.

Diego Costa – 6

Brigar ele brigou. Ainda parece um estranho em um time que tanto privilegia o toque de bola. Conseguiu cavar um pênalti, tentou mais vezes, mas não foi perigoso como foi na temporada pelo Atlético de Madrid.

(Fernando Torres) – 5

Entrou em campo. Não fez muito mais do que isso. Ainda perdeu uma boa chance, indo muito lento para a bola.

HOLANDA

Cillessen – 6

Não teve muito trabalho, na verdade. Fez três boas defesas em um jogo que a Espanha pouco acertou o gol.

Janmaat – 7

Como meio-campista de origem, seu forte é quando está com a bola, indo ao ataque. E foi bem nesse quesito, dando boa opção por aquele lado direito da Holanda.

(Veltman) – 6

Entrou e não mudou muito o que já estava em campo. Guardou posição.

Vrij – 7

Foi bem na defesa na maior parte do tempo, algumas vezes sendo até um pouco duro demais na marcação. Mas merece destaque pelo alto número de desarmes: foram oi to no total, além do gol que marcou no segundo tempo.

Vlaar – 6

Assim como Vrij, foi duro na marcação, chegando a dar algumas entradas bastante duras nos adversários. Na marcação, foi muito bem, o que é surpreendente, considerando os temores que havia em relação à defesa holandesa.

Martins Indi – 6

Na marcação, foi muito bem, marcou forte e foi bem pelo alto. Não foi espetacular, se destacou pela força e conseguiu ir bem contra o ataque espanhol, que não foi bem.

Blind – 8

Um dos melhores do jogo. Além da boa partida atrás, sem dar muito espaço, foi muito bem na criação das jogadas. Deu passe diretamente para dois gols, ambos em lançamentos espetaculares a longa distância.

De Guzman – 6

Foi bem no meio-campo, um setor chave para vencer a Espanha. Ajudou a distribuir o jogo, sendo mais importante no ataque, mas foi discreto.

(Wijnaldum) – 6

Entrou em campo para dar mais qualidade técnica ao time, mas tocou pouco na bola. Só manteve o curso.

De Jong – 7

Foi muito bem na marcação, usando todo seu estilo, digamos, peculiarmente violento. No início do jogo, deu uma chegada forte em Sergio Busquets. Ajudou na marcação no meio-campo, dando vigor físico e desarmando.

Sneijder – 8

Foi fundamental no ataque, sendo um dos três talentos que foram deixados livres e soltos por Van Gaal. Cobrou a falta para o gol de Vrij e fez um passe espetacular para o gol de Robben.

Robben – 9

O melhor do jogo. Foi muito bem tanto no primeiro tempo, criando chances, como no segundo, quando foi o algoz de uma defesa bagunçada da Espanha. Habilidoso, rápido e bom finalizador, foi mortal e conseguiu marcar dois gols que vingam, em parte, aqueles gols perdidos em 2010.

Van Persie – 8

Fez dois gols, um deles acrobático e belíssimo. O segundo, um gol de quem teve frieza para aproveitar uma falha e mandar para as redes. Mostrou sua capacidade técnica na partida.

(Lens) – Sem nota.

Pouco tocou na bola, só entrou para gastar o tempo.