Cruzeiro e Defensor pareciam estar disputando em Belo Horizonte a mesma partida que havia começado em Montevidéu. Após uma semana enclausurados num vestiário existencial e filosófico, ouvindo explanações infinitas de seus treinadores, azuis e violetas encenavam o terceiro de quatro atos da mesma trama, agora em palco diferente. No lugar do acanhado e colorido Luís Franzini, a arquibancada cinza do Mineirão e sua peculiar franja inabitada no meio do gramado. Alguns personagens também eram diferentes. Mas o enredo era quase igual.

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