A Liberty Seguros pediu, e nós fomos atrás de gente com histórias inspiradoras ligadas ao esporte e descobrimos pessoas incríveis. Veja os mini documentários

Matias Pinto, de 28 anos, sempre foi apaixonado por futebol. Professor de história, ele sabe que o esporte é um espelho do mundo e, ao mesmo tempo, influencia o mundo. É uma fonte inesgotável de causos que parecem pequenos quando vistos isoladamente. Mas que, juntos, formam um mosaico maravilhoso sobre como as pessoas vivem em um determinado momento.

SÉRIE #MEUEXEMPLO: Saiba por que resolvemos fazer uma série de histórias inspiradoras no futebol 

O pai do Matias, Zeca Pinto, de 63 anos, cresceu na fronteira do Brasil com o Uruguai – e em uma época na qual as tensões eram um tantinho maiores. Nada grave, mas o suficiente para entender como a vida nos limites entre dois países pode ser interessante. Uma linha, alguns quilômetros adiante, tem um impacto muito grande na vida que as pessoas levam. Uma diferença métrica se transforma em diferenças nacionais e clubísticas.

José Pinto se mudou para São Paulo. Matias cresceu na metrópole. Mas eles sempre mantiveram o vínculo com o interior do Rio Grande do Sul – e muito desse vínculo era mantido com o futebol. Os times, as histórias das torcidas, as rivalidades do dia a dia sempre formaram parte do que pai e filho são.

Portanto, quando Zeca Pinto teve um AVC, o futebol foi um dos lugares de onde eles tiraram força para superar o problema. Para eles, o futebol é uma ponte que reforça ainda mais os laços de amor de pai e filho. E, agora, os dois têm um trato. Eles podem dizer: “Esse é o #meuexemplo!”

Veja o primeiro capítulo desta série de minidocumentários feitos pela Liberty Seguros, a Trivela e a Monstro Filmes.

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