“Nos próximos anos, temos o PAC e a Copa do Mundo. São dois processos que trarão ao País um volume de obras espetacular. Nesse cenário, não dá para ser artesanal. Já estamos em dia com as melhores técnicas construtivas, mas teremos um novo impulso para buscar ainda mais racionalidade, qualidade e velocidade. Temos de ir lá fora, obter informações sobre as obras que são referências em suas áreas – como estádios – e avaliar como podemos implementar esse conhecimento na realidade brasileira.”

Esse foi Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, em 2007, assim que o Brasil foi oficializado como sede da Copa do Mundo de 2014. Era um pensamento recorrente, ainda mais porque a indústria da construção, impulsionada pelo crescimento econômico do País, vivia um enorme crescimento, a ponto de sentir falta de mão-de-obra qualificada e de fornecedores de material em alguns momento. Seis anos depois, vimos que a Copa do Mundo não deixou tal legado.

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