Uma das vitórias mais surpreendentes já ocorridas na final da FA Cup completa 30 anos nesta segunda-feira. O Wimbledon, então há apenas 11 anos na Football League e em sua segunda temporada na primeira divisão inglesa, derrotou o poderoso Liverpool (que contava com um dos times mais celebrados de sua história) em Wembley e levantou a taça no momento de maior glória da chamada “Crazy Gang”, um grupo de jogadores com perfil totalmente sui generis que seria o responsável por colocar o clube do subúrbio londrino no mapa da bola da Terra da Rainha.
 
Histórias de clubes que escalam as mais remotas divisões inferiores de uma liga até a elite em poucas temporadas não são raras no futebol – muito menos no europeu, muito menos ainda no inglês. Por esse ponto, a trajetória do Wimbledon emula algumas outras, ainda que talvez poucas tenham se iniciado tão de baixo. Mas o que fez da Crazy Gang um caso tão notável não se resume a sua ascensão meteórica dentro de campo: há todo um contexto comportamental envolvido.
Confira o texto completo no site It’s A Goal, projeto do jornalista Emmanuel do Valle sobre futebol inglês