A instalação da Comissão Nacional da Verdade em 2011 acentuou uma série de discussões no Brasil, como a revisão da Lei da Anistia e a punição aos torturadores da ditadura militar. Uma destas discussões continua ganhando força: a mudança dos nomes de logradouros públicos e instituições que hoje ainda homenageiam presidentes militares e próceres do regime.

Há projetos e campanhas pedindo a mudança em nomes de praças, viadutos e escolas. Em fevereiro deste ano, o governo da Bahia oficializou a troca de nome do Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici para Carlos Marighella, após votação realizada na instituição. Há uma campanha para que os nomes de ditadores sejam “apagados” das escolas públicas brasileiras. Não raro, alguma cidade brasileira amanhece com alguma praça ou rua rebatizada.

No futebol não poderia ser diferente. Porém, dada o grande número de estádios construídos a partir do processo de integração nacional da ditadura militar, surpreende que apenas dois estádios levem os nomes dos presidentes da época. Além destes, há vários estádios com nomes de governadores do período.

Veja a matéria completa no Impedimento.