O Fulham gastou pouco para reforçar o elenco. Teve três técnicos ao longo da temporada, inclusive Felix Magath, que não treinava ninguém há uns dois anos. Sofreu 83 gols em 37 jogos e marcou apenas 38. E a culpa de estar rebaixado, com uma rodada de antecedência, segundo o ex-dono do clube Mohamed Al-Fayed, é a retirada da estátua de Michael Jackson da frente do Craven Cottage.

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A estátua foi instalada no estádio em 2011, uma espécie de símbolo da amizade de Al-Fayed com o cantor, que chegou até a assistir a uma partida do Fulham no final dos anos 1990. Ficou até ano passado quando o novo proprietário Shahid Khan parou para pensar por um minuto e percebeu que aquilo não fazia sentido. Ela foi transferida para o Museu Nacional de Futebol.

“Essa estátua era um charme. Removemos a sorte do clube e agora pagamos o preço”, disse Al-Fayed à agência Press Association. “Quando ele me pediu para removê-la, disse: ‘Você deve estar louco.’ Essa é uma estátua tão fantástica que os torcedores estão gritando por ela. Ele pagou o preço porque o clube foi rebaixado.”

E parece que Khan concorda com a avaliação de Al-Fayed sobre o fim da estadia de 14 anos do Fulham na Premier League. “Ele me ligou pedindo o retorno de Michael, mas eu disse: ‘De jeito nenhum’”, contou o intransigente ex-dono do clube.

Ele pode ter razão porque é difícil avaliar quantos gols a estátua de Michael Jackson faria na primeira divisão da Inglaterra.

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