O Nacional foi apenas a cereja do bolo. Ao passarem pela primeira fase, os uruguaios completaram o Grupo 6 da Copa Libertadores. Com toda justiça, alcunhado de ‘grupo da morte’, por contar também com Grêmio, Atlético Nacional e Newell’s Old Boys. Uma chave que reúne potências em quatro países diferentes da América do Sul, seis títulos continentais, 14 presenças em finais do torneio – gremistas e verdolagas, inclusive, disputaram a taça em 1995. Tantos favoritos que até uma situação inédita foi criada a partir desse sorteio.

A partir de 2000, quando os grupos deixaram para trás a regra de reunir apenas times de dois países, nunca uma chave contou com quatro ex-finalistas da Libertadores.  A última vez que isso tinha acontecido foi justamente em 1999, quando Colo Colo, Universidad Católica, Universitario e Sporting Cristal – dois chilenos e dois peruanos – dividiram o mesmo grupo. Ainda assim, destes, apenas o Colo Colo havia se sagrado campeão.

Já a presença de três campeões é difícil, mas possui precedentes na última década. Em 2011, por exemplo, o mesmo grupo contou com Independiente, Peñarol e LDU Quito. Em 2010, se juntaram Cruzeiro, Vélez e Colo Colo. E no ano anterior, a chave do Palmeiras também tinha LDU Quito e Colo Colo. Nenhuma delas, no entanto, com times tão embalados como agora.

Diante de tamanho equilíbrio, é difícil apontar quem passa às oitavas no Grupo 6. Em teoria, o Nacional é quem está mais atrás, vindo da pré-Libertadores, mas não há como descartar um clube com camisa tão pesada. A sorte nessa história toda? Com certeza não é dos quatro times envolvidos. Mas é de quem gosta de futebol, independente do time que esteja em campo, sob a promessa de ótimos duelos.

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