Michel Platini, presidente da Uefa

Revelado: Platini é um robô controlado por Marco Polo del Nero

O mundo do futebol recebeu com choque, mas não com muita surpresa, a notícia divulgada na semana passada de que Michel Platini, o presidente da UEFA, não é o ex-jogador que encantou o mundo jogando pela França na década de 80, mas sim um humanóide com as características físicas de um Platini mais velho. O humanóide, tudo indica, é controlado à distância, mais precisamente a 9350 quilômetros, na Barra Funda, em São Paulo.

O plano diabólico foi descoberto quando Platini, o humanóide, revelou os planos para as eliminatórias da próxima Euro, a de 2016, que será na França. A França, país sede, é claro, está classificada – nem Marco Polo del Nero pensaria em mudar isso. Entretanto, jogará as eliminatórias. Sem marcar pontos. Isso. A França entra em um grupo. Joga contra os times do grupo. Mas os resultados são… ignorados, como se não tivessem acontecido. Ou como se a França tivesse escalado Heverton e seu adversário André Santos.

Se isto por si só não fosse suficiente, a UEFA anunciou ainda que criou um grupo de seleções “especiais”, formado por Inglaterra, Alemanha, Espanha, Itália e Holanda. Todas as outras seleções da Europa, incluindo Portugal, que jogou a semi-final da última Euro – a Holanda foi eliminada na primeira fase, com 0, isso mesmo, ZERO pontos – podem cair em grupos que tenham cinco equipes. O “grupo especial”, não, tem que estar em um grupo que tenha seis – só um dos grupos terá cinco, que na verdade serão seis, porque a França participará, embora não vá participar. O critério para a formação do grupo? “Direitos de TV”. Isso mesmo, conforme a UEFA, “for television rights reasons, England, Germany, Italy, Spain and the Netherlands must be in six-team sections”. Agora #imaginanacopa se é a Conmebol que cria uma regra especial para Brasil e Argentina por causa dos direitos de TV!

A UEFA revelou também o sistema de disputa das eliminatórias. O que importa dizer é que ele é esdrúxulo, torna quase impossível algum time grande não se classificar e contribui ainda mais com o avacalho que virou a Euro agora que a competição terá 24 equipes. E que, evidentemente, apesar de tudo ser claramente elaborado pelo Marin, a inclusão da França entre os participantes só beneficiará um país, a própria França, coincidentemente o lugar onde nasceu o Michel Platini original.

É um avanço: a Globo tenta há 50 anos mandar no calendário do futebol, consegue, é claro, mas precisa disfarçar. Mas isso é no Brasil, que só tem índio. Na Europa, que é civilizado, a TV manda na tabela às claras, mesmo. E a bugrada local não bate nem panela.