Versão atualizada em 12h31.

Um avião da empresa espanhola Swift Air, operado pela companhia Air Algérie, levantou voo em Burkina Faso, com rumo a Argel, capital da Argélia, e desapareceu 50 minutos depois, no espaço aéreo de Mali.  O caso chamou nossa atenção porque o Real Madrid, a princípio, acreditou que tivesse usado a aeronave entre 2007 e 2002, na presidência de Ramón Calderón, mas acabou confundindo as bolas.

De acordo com o jornal El País, o Real Madrid achou que o avião com a matrícula EC-LTV, o que sumiu na África, era o EC-JQV, usado pelo clube há cinco anos para as viagens mais longas das competições europeias e batizado de “A Seta”, em homenagem ao ex-presidente de honra Alfredo Di Stéfano. A aeronave foi trocada porque ficou velha e fazia muito barulho, o que a impedia de pousar em alguns aeroportos.

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A queda do avião ainda não foi confirmada. Cinquenta minutos depois da decolagem, as autoridades de aviação civil da Argélia perderam contato com os dois pilotos do avião, que carregava 110 passageiros, a maioria deles franceses (51) e burquinenses (24). Não havia brasileiros.

Semana passada, um avião com 298 pessoas foi derrubado por um míssil na fronteira da Ucrânia com a Rússia, em um provável ataque terrorista. Na última quarta-feira, outra aeronave foi obrigada a fazer um pouso de emergência em Taiwan e caiu. Morreram 47. O que está acontecendo com os aviões?

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