Raio X do estádio Olímpico de Londres (Divulgação)

[Tema da semana] Cinco coisas que você precisa saber sobre os novos estádios brasileiros

São 14 novas arenas, moderníssimas. As 12 da Copa do Mundo e mais as de Grêmio e Palmeiras. O futebol brasileiro está no meio de uma grande mudança de palcos, e precisa se acostumar logo a essa realidade. Para o torcedor, temas como eventos, contratos de uso e legado entraram no noticiário como a contratação de um reforço ou o nome do osso que a estrela do time fraturou.

O assunto é longo, merece livros e mais livros. Mas a Trivela vai dar sua contribuição ao debate. No tema desta semana, vamos apresentar cinco questões importantes, e que nem sempre são faladas claramente, sobre os novos estádios do futebol brasileiro.

Segunda: As inaugurações

Todo torcedor quer ver seu estádio ser inaugurado com um jogão, trazendo a seleção brasileira ou algum clube poderoso de fora. Mas os atrasos nas obras não aceleraram o processo, e fizeram que muitos estádios da Copa de 2014 fossem abertos ou reabertos com jogos programados às pressas.

Terça: Os contratos de uso

Como são os acordos entre os clubes e os donos ou concessionários nas arenas modernas brasileiras. Quem leva o que, e qual a vantagem e desvantagem de cada um.

Quarta: A fonte de dinheiro

A engenharia financeira dos estádios da Copa foi complexa, e não dá simplesmente para rotular que um teve dinheiro público e o outro não. Muitos entram em uma zona intermediária, que envolve também empréstimos, financiamento e incentivo fiscal. Qual a participação de cada um no financiamento das obras.

Quinta: Os shows salvarão as arenas?

O mercado brasileiro atrai uma quantidade de shows grande o suficiente para tornar essa uma fonte de renda significativas para tantas arenas ao mesmo tempo?

Sexta: O elefante branco paulista

O investimento na construção e manutenção do Pacaembu já teve seu retorno, mas o estádio municipal corre o risco de se transformar em uma estrutura quase abandonada após a inauguração das arenas de Corinthians e Palmeiras. O que pode ser feito?