Após a parada para a Copa retomamos a nossa jornada com o Instituto de Córdoba no primeiro semestre de 2017, ou seja, na segunda metade da temporada argentina. Pra lembrar: tínhamos sido campeões do Apertura, nosso segundo título nacional.

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Bem, começamos a segunda parte com os tradicionais amistosos. O esquema será o mesmo: o 3-3-1-3. Vencemos Boca Unidos por 2 a 0, Quilmes por 2 a 1 e Everton do Chile por 1 a 0 e então começamos o Clausura propriamente dito da seguinte forma:

– Contra o Olimpo conseguimos já um 3 a 0 com um gol contra do adversário e tentos nossos marcados por Ferreyra e Barreira. Depois emendamos um 3 a 1 no All Boys graças a Bernard, Rabello e Goltz. Contra o Atlético Rafaela nova goleada: 4 a 0 com gols de Gomez, dois de Facundo Ferreyra e um de Capobianco. Já diante do Chacarita Júniors houve um pouco mais de dificuldade e conseguimos apenas um 2 a 1 com Ferreyra e Rabello.

– Veio a estreia na Libertadores 2017 contra o Olimpia em casa. Suado, difícil, mas conquistamos os 3 pontos: 4 a 3 com gols nossos de Lamanna (duas vezes), Capobianco e Jorge Luna, que voltou aos titulares no lugar do menino Mastrangelo.

– De volta ao território argentino empatamos por 0 a 0 com o Colón e batemos o Boca Unidos por 1 a 0 pela Copa da Argentina com gol do zagueiro Gaitán. Na sequência veio o Racing pelo Clausura e um novo e frustrante empate por 1 a 1. Um empate, uma vitória discreta e outro empate…

– Mas ficou pior… Tomamos uma paulada do Botafogo na Copa Libertadores da América. 3 a 1 pra eles em nossa casa.

– Ainda bem que a volta do Clausura trouxe o retorno de um futebol aceitável com a vitória de 5 a 2 contra o River Plate. Nossos gols vieram com Ferreyra, Lamanna (2x) e Rabello (2x), ou seja, nosso trio de frente titular. Depois, de novo na Libertadores, fizemos 1 a 0 no Deportivo Petare com gol do jovem zagueiro Glam.

– No Clausura emendamos mais dois bons resultados que nos mantiveram na liderança: 3 a 1 no San Lorenzo com gols de Ferreyra (2x) e Lamanna e 2 a 1 no Rosário com Lamanna e Goltz. Na Libertadores vencemos novamente o Petare, desta vez por 5 a 0 com um gol contra deles e tentos a favor de Barrera, Piriz, Rescaldani e Mastrangelo.

– Na Copa da Argentina o sétimo round nos colocou contra o Atlético Brown e nós atropelamos: 4 a 0 com Ferreyra, dos Santos, Capobianco e um deles contra. Depois no Clausura derrotamos nossos grandes rivais, o Belgrano, por 2 a 0 com Piriz e Rabello.

– Contra o Arsenal de Sarandí mais uma boa atuação e triunfo por 3 a 1 com dois de Lamanna e um de Ferreyra. Imbatíveis e líderes, ganhamos também do Lanús por 2 a 0 com um gol contra deles e outro do nosso camisa 9 Chucky Ferreyra.

– Veio a Libertadores e a chance de nos redimirmos contra o Botafogo… Não chegamos a tanto. O desafio dos brasileiros ainda é grande e ficamos no 0 a 0 fora de casa. Foi o mesmo resultado da partida contra o Estudiantes pelo Clausura…

– Depois de ouvirem poucas e boas, os atletas renderam novamente contra o Olimpia, vencendo por 3 a 0 com gols de Capobianco, Rabello e Piriz. Nos classificamos na Libertadores em primeiro lugar no grupo e fomos colocados contra o Santos, justamente um brasileiro…

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– Bem, no campeonato argentino fizemos 3 a 0 no Godoy Cruz com gols dos reservas Capobianco (2x) e Rescaldani. Os titulares foram poupados para o confronto da Libertadores, primeiro na Vila Belmiro… O jogo começou tenso e equilibrado, com o Instituto fazendo muitas faltas. Estávamos jogando de igual para igual, mas tomamos um gol de escanteio. Bem, mantive o nosso jeito de atuar. Criamos chances, mas tomamos mais um…  2 a 0 para eles. Não havia jeito. Era preciso marcar um gol fora de casa. Na segunda etapa batemos na porta deles o tempo todo e enfim conseguimos! Em uma cobrança de escanteio Paolo Goltz mandou para as redes. 2 a 1 não foi de todo ruim.

– Na Copa da Argentina usamos de novo os reservas e batemos o Colón por 4 a 1 com gols de Capobianco, Mastrangelo e dois de Bernard. Nos classificamos para as semifinais!

– No meio de semana tivemos novamente o encontro com o Santos, agora no Monumental de Alto Córdoba. Um gol seria o suficiente para nós, mas a proposta tinha que ser cautelosa mesmo assim. De novo começamos jogando de igual pra igual. De novo tivemos chances. De novo eles fizeram o gol…  É… Fomos pra cima. No desespero já na segunda etapa. Nada de a bola entrar. Até que novamente um escanteio gerou confusão na área e depois de chutes de todos os lados, o goleiro Marcelo Lomba empurrou contra as próprias redes. 1 a 1. Fomos pro abafa! Todos no ataque! Chutão pra área! Mas… não deu. Eliminados da Libertadores. De novo…

– Bem, nos restou competir pelo Clausura e pela Copa da Argentina. Estávamos bem nas duas frentes. Líderes no campeonato, onde emendamos um 2 a 0 no Newell’s, com gols de Ferreyra e um contra, e então finalistas na Copa depois de um 5 a 0 no Tigre, com gols de Capobianco, Gomez, um contra, Rabello e Luna.

– Contra o Boca Juniors em casa tivemos a nossa primeira chance de faturar a taça do Clausura. Foi um jogo duro. Disputado. E recompensador… Blanco, um reserva de pouca utilização na temporada, marcou o único gol do jogo e nos levou ao terceiro título argentino!

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– Três dias depois veio a final da Copa da Argentina contra o San Lorenzo. E diferentemente da partida contra o Boca, desta vez atropelamos: 4 a 0. Lamanna, Delfino, Ferreyra e Barreira deram mais uma conquista ao clube.

– Pra finalizar, os reservas perderam do Tigre, empataram com o Independiente por 1 a 1 e venceram o Huracán por 2 a 0.

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O time da temporada foi esse (por alguma razão Losada ficou ali):

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No próximo capítulo vamos tentar um título continental!  

VEJA OUTROS EPISÓDIOS DA SÉRIE: 

– Capítulo 14: A aventura chilena

– Capítulo 13: De volta aos princípios

– Capítulo 12: Doravante

– Capítulo 11: Cambiando

– Capítulo 10: O mundo em 2015

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