Quando ele faz aparições públicas, de imediato me vem à cabeça a tradicional trilha sonora de “O Poderoso Chefão”. É ato reflexo. Pior ainda quando ele sai da escuridão do gabinete disposto a anunciar alguma novidade. Passo a suar frio e a trilha que embala as imagens em minha mente muda do clássico mafioso para um clássico de terror. “Psicose”, talvez. Sim, porque aos poucos ele ainda vai conseguir assassinar o futebol do país vizinho.

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