Messi ficou a uma vitória da glória, a uma cobrança de falta que se perdeu nas arquibancadas

Veja como Schweinsteiger soube vencer até depois do jogo

Não existem vencedores sem vencidos. Para a Alemanha conquistar a Copa do Mundo, outras 31 seleções precisaram perder. A caminhada de sete partidas que deixou grandes jogadores para trás. A alegria do Nationalelf era a frustração de seus adversários. Um contraste que os alemães souberam tratar com respeito e compreensão. Sentimento que pode ser personificado por Schweinsteiger, na nobreza de seu abraço aos derrotados.

EM 2013: Schweinsteiger está ainda mais faminto por taças. Ele merece

Cristiano Ronaldo, Benzema, David Luiz e Messi. Símbolos de suas equipes, decepcionados com a queda, mas consolados pelo craque alemão. Alguém calejado de estar do outro lado, ainda mais depois do que aconteceu em 2006 e 2010. Schweinsteiger emprestou seu ombro para as lágrimas. E também chorou de orgulho ao fim do jogo, confortado pelos companheiros. Um reconhecimento do esforço do meio-campista na saga da Alemanha, por mais que ele não tenha se destacado tanto em todos os momentos.

Se os gestos se repetiram em muitas partidas, as palavras mais fortes vieram depois do jogo do Brasil, quando Schweinsteiger não podia abraçar cada um dos 200 milhões de brasileiros que viam seu castelo desmoronar: “Pena é forte, mas eu gostaria de me desculpar com o Brasil. Não esperávamos um placar desses. Tentamos ser respeitosos jogando futebol e fazendo gols. Para nós, essa Copa é um sonho. Estamos gostando muito do povo brasileiro, e queria dizer que a seleção brasileira fez grande papel no torneio”.

A Copa do Mundo grandes personagens. Schweinsteiger, de sangue e lágrimas derramados no Maracanã, sem dúvidas é um deles.


Não existem vencedores sem vencidos. Para a Alemanha conquistar a Copa do Mundo, outras 31 seleções precisaram perder. A caminhada de sete partidas que deixou grandes jogadores para trás. A alegria do Nationalelf era a frustração de seus adversários. Um contraste que os alemães souberam tratar com respeito e compreensão. Sentimento que pode ser personificado por Schweinsteiger, na nobreza de seu abraço aos derrotados.

Cristiano Ronaldo, Benzema, David Luiz e Messi. Símbolos de suas equipes, decepcionados com a queda, mas consolados pelo craque alemão. Alguém calejado de estar do outro lado, ainda mais depois do que aconteceu em 2006 e 2010. Schweinsteiger emprestou seu ombro para as lágrimas. E também chorou de orgulho ao fim do jogo, confortado pelos companheiros. Um reconhecimento do esforço do meio-campista durante a saga da Alemanha.

Se os gestos se repetiram, as palavras mais fortes vieram depois do jogo do Brasil, quando Schweinsteiger não podia abraçar cada um dos 200 milhões de brasileiros que viam seu castelo desmoronar: “Pena é forte, mas eu gostaria de me desculpar com o Brasil. Não esperávamos um placar desses. Tentamos ser respeitosos jogando futebol e fazendo gols. Para nós, essa Copa é um sonho. Estamos gostando muito do povo brasileiro, e queria dizer que a seleção brasileira fez grande papel no torneio”.

A Copa do Mundo grandes personagens. Schweinsteiger, de sangue e lágrimas derramados no Maracanã, sem dúvidas é um dele.