Nascido no País Basco, o zagueiro Aymeric Laporte tinha duas opções de nacionalidades cujas seleções de futebol poderia defender: a francesa e a espanhola. Pressionado inicialmente por Julen Lopetegui, então técnico da Espanha, Laporte preferiu aceitar a convocação de Didier Deschamps para defender a França, país por que já jogara nas categorias de base. A opção ainda resiste às sugestões de Luis Enrique, novo técnico da Fúria/Roja, para que a decisão seja reconsiderada, mas Laporte ainda pensa nos Bleus. A ponto de ter confessado: sentiu ciúme por não ter feito parte da campanha que levou ao segundo título mundial.

Mesmo com a escolha inicial, Laporte ficou fora dos planos de Deschamps. E reconheceu tudo que a ausência da Copa lhe provocou, em declarações ao jornal inglês “The Guardian”: “Tive ciúme, para ser honesto. As decisões foram tomadas, você tem de aceitá-las, é assim que as coisas são no futebol. Não fiquei surpreso ao não ser chamado. Não estive na primeira convocação, já feita sem mim. Mas ainda foi um desapontamento não ser chamado”.

Enquanto não se decide, Laporte comentou sobre seus primeiros tempos no Manchester City: “Passei bons seis meses aqui, até agora. Foi uma ótima mudança, a perfeita para mim. Pep [Guardiola] é o melhor técnico do mundo, está sempre procurando me ajudar a melhorar e a aprimorar meu jogo”.